Ex-BBB Diego Alemão se torna réu por embriaguez ao volante e lesão corporal

Redação

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O ex-BBB Diego Gásquez, conhecido como Diego Alemão, se tornou réu no processo por embriaguez ao volante, lesão corporal, ameaça e desacato, após se envolver em um acidente de trânsito, em Curitiba, no dia 18 de abril.

De acordo com o juiz Lourival Pedro Chemim, há indícios suficientes “das autorias e as materialidades delitivas estão demonstradas”. Além disso, o magistrado afirmou que houve exposição dos fatos, “o acusado foi qualificado, houve classificação dos crimes e foi apresentado o rol de testemunhas”.

A denúncia de fraude processual contra Diego Alemão foi arquivada por Chemim. Em julho, outro processo, de uma suposta extorsão cometida no dia do acidente, foi arquivado pelo MPPR.

DIEGO ALEMÃO SE ENVOLVE EM ACIDENTE DE TRÂNSITO EM CURITIBA

Diego Alemão, empresário e campeão do BBB 7, foi preso em Curitiba no dia 18 de abril após um acidente de trânsito e acabou sendo indiciado no mês seguinte por embriaguez ao volante e lesão corporal.

Conforme a PCPR (Polícia Civil do Paraná), Alemão bateu em um carro estacionado. O veículo era de um motorista de aplicativo, que ainda foi agredido pelo campeão do BBB. Além disso, os policiais relataram que o empresário estava bêbado, com andar cambaleante e fala enrolada, e proferiu palavrões contra os agentes.

Contudo, Alemão e sua defesa  negaram os crimes e sustentam, na época, que o episódio se trata de “acidente de trânsito e não infração penal”. Após dormir na prisão por uma noite, Alemão conquistou liberdade provisória sob fiança de R$ 7 mil e teve que cumprir medidas cautelares.

A defesa do campeão do BBB 7 também detalhou que Alemão pagou R$ 7 mil ao motorista de aplicativo antes de ser preso. O objetivo do pagamento foi reparar os danos causados ao carro, mas o motorista passou a exigir mais dinheiro –o que foi negado por ele.

Em julho, três homens foram indiciados por extorsão contra Diego Alemão após o campeão do BBB 7 ser preso por um acidente de trânsito no mês de abril, em Curitiba. O trio é: Daniel Alves, testemunha que gravou vídeos da prisão do ex-bbb, Maurício Tesserolli e Walter Fontes.

Segundo à polícia, eles exigiram R$ 50 mil para não revelar imagens comprometedoras de Alemão no episódio. Além de extorsão, eles também foram indicados pelos crimes de associação criminosa e fraude processual, já que tentaram vender um testemunho sobre a prisão de Alemão.

DEFESA

Jeffrey Chiquini, advogado que defende Diego Alemão, disse que os crimes cometidos por Daniel Alves e seus advogados foram arquivados para não enfraquecer a acusação. “A falta de coerência e imparcialidade da acusação, em evidente seletividade acusatória, é consequência da personalidade pública que o acusado representa.”

Ygor Nasser Salah Salmen, que faz a defesa de Maurício Tesserolli e Walter Fontes, afirmou que os dois tiveram suas honras maculadas, imagens ridicularizadas e nomes amplamente divulgados por indivíduos sem qualquer senso de responsabilidade.

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