Restaurante de sushi a R$ 1 abre franquias para o sul do Brasil

Caderno Gente

As franquias de alimentação representam 20% do mercado de franchising, faturaram R$ 10,8 bilhões no ano passado e predominam com 34% no ranking das 50 maiores empresas franqueadas do setor alimentício do Brasil, de acordo com balanço da ABF – Associação Brasileira de Franchising. O cenário está promissor para quem aposta neste modelo de negócios para abrir seu restaurante. A culinária japonesa que caiu nas graças dos consumidores brasileiros está em expansão e na mira dos empreendedores, sendo um dos ramos que mais cresce no país.

Com nove lojas em Santa Catarina (Itajaí, Balneário Camboriú, Navegantes, Tijucas, Itapema) e duas em Curitiba (PR), faturamento anual de R$ 5,2 milhões, a rede Sushi Central pretende operar com o sistema de franchising, em 2018. “Estamos selecionando novos franqueados e pontos em praças selecionadas no Brasil, com ênfase inicialmente nos principais centros urbanos da região Sul”, anuncia Marcelo Guimarães Sosa, um dos sócios da marca de comida japonesa.

O conceito das lojas Sushi Central foi desenvolvido originalmente para pontos de rua, mas pode operar também em shopping e galerias comerciais, além de quiosques e food truck. “O fato é que sempre atuamos em localizações comerciais premium, em locais com grande fluxo de pessoas”, assegura.

Para abrir um negócio Sushi Central, o empreendedor investe entre R$ 200 mil e R$ 320 mil, incluindo máquinas, equipamentos, móveis, utensílios, taxa inicial de franquia, marketing de lançamento e capital de giro. A taxa de royalties é de 5% sobre o faturamento bruto mensal ou R$ 2,5 mil por mês, e a de publicidade, de 2% a 3% sobre o faturamento bruto mensal.

A rede oferece aos franqueados a transferência do direito de uso da marca, logotipo e outros sinais visuais característicos, além de exclusividade territorial em determinado bairro, cidade ou região, serviço (opcional) de apoio à seleção e avaliação de pontos comerciais (geomarketing), projeto decoração e montagem do estabelecimento e treinamento dos funcionários.

Sosa observa que o franqueador ainda orienta a compra dos móveis, equipamentos e utensílios e transfere know-how comercial e de gestão operacional da unidade. O modelo de franchising Sushi Central também oferece abastecimento exclusivo, política de preços sugeridos, com alguma liberdade para praticar valores diferenciados conforme a região, e central de compras e negociação junto aos fornecedores homologados.

O contrato de franquia é de 5 anos, “bem superior ao payback estimado e renovável automaticamente de ano em ano, por iguais períodos anuais, sujeito a taxa de renovação”, informa Sosa.

De acordo com ele, a rede busca um franqueado que disponha de tempo para a operação do negócio, o que permite uma administração saudável, e de recursos financeiros suficientes para o investimento, incluindo o capital de giro. “Queremos um parceiro bem relacionado, representativo e aceito na comunidade local. Habilidoso, sociável e versátil no tratamento com pessoas. Que goste do ramo de alimentação (culinária oriental), e ser um empreendedor disposto a correr riscos administráveis”, descreve o sócio.

Sosa conta que a rede Sushi Central é um buffet de sushis e sashimis com cobrança por unidade, a partir de R$ 1,00. Os produtos carro-chefe são sushis (uramaki, futomaki, hossomaki), sashimis (salmão, peixe prego, tilápia, polvo e atum), Joe, Niguiri, e os hots (sushis que ntes, rolinho primavera, queijo, romeu e julieta, lula e bolinho de salmão). No cardápio para pedido a la carte ainda temos temakis, yakisobas (vegetariano, frango, trandicional (frango e carne), carne e frutos do mar) e ceviches.

A principal diferença do Sushi Central para as demais operações especializadas em culinária oriental, garante Sosa, é o modelo de cobrança, sushi por unidade. “Implementamos um modelo de negócio aonde o cliente monta o seu combinado de acordo com a sua preferência, cada sushi tem um valor determinado, iniciando em R$ 1,00 à peça e podendo chegar em até R$ 3,50 por exemplo nas lojas de Curitiba, outra vantagem desse modelo de negócio é que o cliente pode se programar para saber o valor da sua conta final, ao contrário do que ocorre em um buffet por quilo”.

Previous ArticleNext Article