Rede de lojas de acessórios faz campanha de apoio ao empoderamento feminino

Angélica Fenley Belich


A Le Postiche apresenta neste Mês da Mulher sua nova campanha de Outono Inverno 2017 que carrega uma mensagem empoderada no tema “Meu destino, minhas regras”.

A intenção da marca é reforçar seu apoio ao momento atual, onde a voz da mulher ganha importância e relevância. O tema tem como objetivo encorajar as mulheres a se libertarem dos rótulos impostos e serem felizes como desejarem.

Acompanhando a campanha, a Le Postiche traz as novidades da sua coleção de Inverno com essa inspiração feminina, que pretende tornar o dia a dia mais prático e fashion. Pensada para todos os estilos e necessidades da mulher, a seleção traz peças que combinam moda com funcionalidade, e transitam das opções mais clássicas e básicas aos itens jovens e modernos, sem perder a identidade.

“Somos uma geração de mulheres que não aceita mais sermões, repressões e piadas com nosso gênero. E não é porque o mundo está ficando chato. Ele está apenas mais desafiador. O que acontece com o mundo, com as pessoas e, principalmente com as mulheres, é que está havendo mais consciência e empatia. E isso implica em não aceitar as coisas da forma que sempre foram, a questionar, se respeitar, se posicionar e assumir a responsabilidade pelo que se é e pelo que se quer.” – trecho do manifesto da Le Postiche assinado por Alessandra Restaino, superintendente da marca.

Confira a Carta Manifesto desenvolvida pela marca:

Certamente você já ouviu essa frase: “Não faz isso menina, o que é que vão falar de você?”.
Se você é mulher, provavelmente ouviu esse tipo de coisa algumas dezenas de vezes. Mas agora, quem vai falar somos nós. As meninas de antigamente cresceram e viraram mulheres.
Somos uma geração de mulheres que não aceita mais sermões, repressões e piadas com nosso gênero. E não é porque o mundo está ficando chato. Ele está apenas mais desafiador. O que acontece com o mundo, com as pessoas e, principalmente com as mulheres, é que está havendo mais consciência e empatia. E isso implica em não aceitar as coisas da forma que sempre foram, a questionar, se respeitar, se posicionar e assumir a responsabilidade pelo que se é e pelo que se quer.
É nosso dever desconstruir os conceitos que nos foram impostos ao logo da vida. É nosso dever seguir lutando – mas não umas contra as outras, como também nos foi imposto. E sim juntas, lado a lado, umas com as outras.
Neste Dia das Mulheres, meu desejo é que todas as mulheres se libertem dos rótulos que não dizem nada e sejam felizes como bem entenderem: sendo empresárias, artesãs, esportistas, autônomas, donas de casa. Sendo mães ou solteiras, magras ou gordinhas, fashionistas ou básicas. Sendo tudo isso, nada disso ou qualquer outra coisa. Afinal, ser mulher é poder ser igual. Ou diferente! E nós, mulheres, podemos tudo. Só não podemos deixar de ser quem somos, por nada nem por ninguém.
Vamos, juntas, despachar as regras que nunca nos serviram e carregar na bolsa somente o que é especial, como nossos sonhos, talentos e vontades.
Sejamos cada vez melhores.
Sejamos cada vez mais mulheres!

Achei muito bacana!

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