Mulher detida por insultos racistas contra filhos de Giovanna Ewbank é liberada

A família estava de férias na região da Costa da Caparica, em Portugal. O caso aconteceu no restaurante Clássico Beach Club.

Folhapress - 31 de julho de 2022, 13:49

(Reprodução/redes sociais)
(Reprodução/redes sociais)

A mulher detida por racismo contra os filhos do casal Giovanna Ewbank, 35, e Bruno Gagliasso, 40, estava alcoolizada e foi liberada, de acordo com informações do jornal português Público.

A Divisão de Comunicação e Relações Públicas da GNR (Guarda Nacional Republicana) confirmou que testemunhas presenciaram os insultos denunciados pelos atores.

A família estava de férias na região da Costa da Caparica, em Portugal. O caso aconteceu no restaurante Clássico Beach Club, no sábado, 30.

Em um comunicado, a assessoria do casal confirmou as agressões racistas e disse que a mulher ofendeu não só as crianças da família, mas também um grupo de turistas angolanos em passeio pelo local. Giovanna e Bruno devem prestar queixa formal na delegacia portuguesa.

Nas redes sociais, circulou um vídeo em que a mãe das crianças aparece ofendendo a mulher sentada, em defesa dos filhos Títi, 9, e Bless, 7, os dois nasceram no Malawi.

"Olha para a sua cara, que pena de você, dá pena. Você é uma nojenta. Você merece sabe o quê? Você merece um soco, uma porrada na sua cara. Isso que você merece", diz Giovana no vídeo.

Bruno Gagliasso aciona a polícia local e a mulher é detida na sequência.

Com a divulgação do vídeo, outros artistas brasileiros saíram em defesa do casal.

"Que satisfatório a Giovanna Ewbank macetando uma mulher que foi racista com seus filhos", escreveu a ex-BBB Lumena no Twitter.

"Racista se trata na porrada ou na humilhação pública. Não há outro caminho. Parabéns, Gioh. Serei sempre seu fã", disse Felipe Neto na mesma rede social.

No instagram, a escritora Carla Akotirene escreveu: "O europeu em seu delírio de superioridade e supremacia branca, tem condições de atacar a gente em quaisquer lugar do mundo e por mais que sejamos filhos de pessoas brancas hegemônicas. Presto solidariedade", diz.