Projeto faz inclusão musical de jovens em Curitiba

Cerca de três mil crianças e adolescentes já realizaram atividades nos núcleos dos bairros Portão e Uberaba, na capital paranaense.

Redação - 09 de junho de 2022, 15:20

(Foto: Divulgação/Vida e Arte)
(Foto: Divulgação/Vida e Arte)

O projeto Vida e Arte proporciona a inclusão musical de jovens em Curitiba. Cerca de três mil crianças e adolescentes já realizaram atividades nos núcleos dos bairros Portão e Uberaba.

A ação sociocultural tem apoio do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul). Fundado pelo pastor Paulo Davi, são oferecidas aulas de prática instrumental e teoria musical com o instrumento escolhido pelo aluno.

As aulas são ministradas por professores formados, que atendem a uma metodologia voltada não apenas para o ensino da música, em si, mas também para o acolhimento do aluno, de forma a garantir seu desenvolvimento como pessoa.

“Essa é uma política instituída no banco, que por meio de chamamento público escolhe bons projetos sociais e culturais para serem apoiados por nossos incentivos. Dessa forma estamos devolvendo à sociedade um pouco daqueles resultados que o banco tem e fazendo com que haja promoção social para todos”, explica o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

CONCERTOS DO PROJETO VIDA E ARTE

A orquestra do projeto Vida e Arte realiza dois concertos por ano. O próximo acontecerá no dia 30 de junho, às 20 horas, na Primeira Igreja Batista de Curitiba (PIB).

“O projeto é contínuo, mesmo após a sua formação. O aluno permanece no projeto, podendo participar da orquestra e dos concertos musicais. Muitos deles se tornam monitores do próprio projeto, para ajudar os novos alunos”, disse Hélcio Pimentel, gestor administrativo do Vida e Arte.

Segundo ele, um dos propósitos do projeto é tirar crianças e adolescentes de áreas mais vulneráveis.

“É para formar cidadãos, não só para ensinar as pessoas a tocarem um instrumento. Sabemos dos benefícios que a música traz, desestressa, aumenta aptidões pessoais, mas a ideia é oportunizar uma melhor qualidade de vida, ampliar horizontes. Temos notado isso através dos relatos de muitos pais, que os filhos têm melhorado no comportamento. Então a motivação não é só ensinar música, mas dar uma oportunidade para a transformação de vidas”, concluiu.