Como começar o ano com o pé direito – e não tem a ver (só) com superstições

Assessoria

O clima é festivo. Além dos pinheiros e luzes de natal instalados por toda a cidade, os planejamentos para o ano que está por vir já começaram. E para finalizar 2018 da melhor maneira e se preparar para o ano que vai chegar, algumas simpatias, superstições e crendices populares estão em alta. Mas tem algo que, mesmo que você não tenha feito em anos anteriores, não pode deixar passar neste!

Você pode deixar de pular sete ondas; de comer lentilha ou uvas; e também de usar roupa brancas, amarelas ou azuis. Você também pode deixar de brindar com espumante; de tomar banho de sal grosso e até mesmo deixar para lá os grãos de lentilha e a folha de louro que passariam o ano na carteira. Agora, o que você não pode, é deixar para o “leão” um dinheiro que poderia ser destinado para ONGs responsáveis que transformam a realidade de milhares de meninos e meninas durante todo o ano.

Isso mesmo. Até o dia 28 de dezembro, pessoas físicas que fazem declaração por formulário completo podem destinar até 6% do Imposto de Renda (IR) em benefício de organizações filantrópicas, como o Hospital Pequeno Príncipe. A iniciativa também está disponível para pessoas jurídicas que declaram por lucro real – neste caso, o percentual é de 9%, sendo 1% para o Fundo da Infância e Adolescência (FIA). No entanto, essa possibilidade de doação ainda é desconhecida por boa parte dos contribuintes. Uma pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), em 2016, apontou que apenas 2% do potencial de contribuição das pessoas físicas é efetivamente utilizado. E isso significa que cerca de R$ 5 bilhões em imposto ainda não são doados.

Diante do cenário econômico desfavorável e do subfinanciamento na área da saúde, o Pequeno Príncipe, por exemplo, encontra nos recursos provenientes do IR uma possibilidade de garantir a manutenção de seus trabalhos. Com quase um século de atividades em prol de crianças e adolescentes de todo o Brasil, o Hospital – que destina cerca de 70% da sua capacidade de atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) – enfrenta um déficit anual em torno de R$ 17 milhões.


Para garantir seu funcionamento pleno, levando-se em conta a natureza de suas atividades, a instituição depende do apoio de toda a sociedade. “Em um momento delicado de crise econômica em todos os setores do nosso país, contamos mais uma vez com a sensibilidade do contribuinte, que tem a oportunidade de ajudar a viabilizar as nossas atividades de assistência e pesquisa. O processo é simples e permite ao doador acompanhar em que seu dinheiro é usado. Para nós, essas doações são fundamentais”, explica a diretora executiva do Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro.

Agora, se você conhece essa possibilidade e ainda não faz parte dessa rede do bem, você está integrando o levantamento da Charities Aid Foundation (CAF), que revela dados alarmantes do Ranking Mundial de Solidariedade. A pesquisa aponta que os brasileiros poderiam ser mais solidários – atualmente, o país caiu da 75ª posição para o 122º lugar, deixando o Brasil na última colocação na América do Sul.

Você pode começar o próximo ano mudando essa realidade e transformando a vida de milhares de crianças e adolescentes de todo o país. O Pequeno Príncipe desenvolveu um site com o passo-a-passo para facilitar a doação.

 

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