Covid-19: Brasil registra 401 mortes e média de óbitos fica estável

Folhapress

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O Brasil registrou 401 mortes por Covid e 15.729 casos da doença, nesta quarta-feira (20), dia em que atingiu 50% da população totalmente imunizada.

Com os números atualizados, o país chegou a 604.303 vidas perdidas para a Covid e 21.680.272 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.

A média móvel de mortes entrou em estabilidade, ou seja, não teve variações (aumento ou redução) superiores a 15%. Agora ela é de 380 óbitos por dia, queda de 13% em relação ao dado de duas semanas atrás.

Já a média móvel de casos agora é de 11.933, queda de 22% também em relação à média de duas semanas atrás.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal.

O marco de 50% de vacinados foi alcançado ao meio dia desta quarta, com 651.053 segundas doses registradas. Às 20h, o total de segundas doses no dia eram de 1.218.573, além de 6.556 doses únicas.

Ao todo, o Brasil registrou 2.011.997 doses de vacinas contra Covid, nesta quarta-feira. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 418.094 primeiras doses e 368.774 doses de reforço.

Ao todo, 152.450.710 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil –102.891.553 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 107.407.959 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Assim, o país já tem 71,47% da população com a 1ª dose.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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