Dia Mundial de Combate ao Câncer: conheça histórias de superação

Redação

Dia Mundial de Combate ao Câncer: conheça histórias de superação

Nesta quinta-feira (4) é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Câncer, criado pela União Internacional para o Controle do Câncer – com apoio da Organização Mundial da Saúde, para conscientizar a população sobre a importância de diagnóstico precoce para essa doença.

“A estimativa entre 2020-2022, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), é de 635 mil casos novos de câncer por ano, sendo o mais incidente o câncer de pele não melanoma, seguido pelos de mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago”, explicou a oncologista da Clinipam Geórgia Kons.

Um exemplo na luta contra o câncer, Maria Terezinha Schimidt (72), teve que passar por dois tratamentos para tratar um câncer de mama.

Em 1992, Maria Terezinha retirou um nódulo do seio, mas em 2019 precisou passar por 16 sessões de quimioterapia, antes de vencer novamente a doença.

“Quando cheguei para fazer a primeira, acompanhada da minha irmã, desmontei. Hoje, me sinto uma pessoa privilegiada e mais calma, com muita vontade de viver. Digo ‘eu te amo’ para quem realmente amo. Sou uma pessoa melhor”, relembrou Maria Terezinha.

Outro exemplo de luta contra o câncer é Ingrid Klass (30), que aos 24 anos buscou atendimento médico após sentir um incômodo em um dos seios. A ecografia apontou um nódulo e na sequência foi constatado que era um tumor maligno, exigindo seis meses de quimioterapia, mastectomia e quadranctetomia.

Essa experiência motivou Ingrid a criar o Instituto Rosa Klass, Organização Não Governamental que auxilia pacientes e familiares na luta contra o câncer.

“Meu maior objetivo é ajudar, amparar, tentando fazer ao próximo pelo menos um pouco do que recebi enquanto estive em tratamento, o que foi a diferença pela minha batalha e luta”, contou Ingrid.

Câncer de boca pode começar com aftas!

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, as regiões Sul e Sudeste lideram o país em casos de câncer de boca, doença que deve afetar 11.180 homens e 4.010 mulheres até 2020.

“No consultório, preferimos sempre prezar pelo excesso e investigar cada sinal, especialmente quando se trata de um paciente de risco. O ideal é sempre acompanhar qualquer tipo de lesão por aproximadamente 15 dias e, caso não haja melhora, um profissional deve ser procurado”, explicou o dentista e especialista em Saúde Coletiva na Neodent, João Piscinini.

Dessa forma, os estágios iniciais da doença podem ser confundidos com as aftas, pequenas úlceras que aparecem na cavidade oral. A melhor forma de prevenção são o autoexame, observando essas manchas e feridas na boca, além de idas periódicas ao dentista.

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