Diretor-geral da PF vem a Curitiba após incêndio na Superintendência

Narley Resende


Tábata Viapiana, CBN Curitiba

O diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, está em Curitiba nesta terça-feira (21) e faz uma visita à superintendência da corporação no bairro Santa Cândida. O objetivo é restabelecer as atividades da superintendência o mais rápido possível após o prédio ter sido atingindo por um incêndio na madrugada de segunda-feira.

Junto com Daiello, há vários especialistas e profissionais de diversas áreas, além de equipamentos, que vão ajudar a retomar o atendimento ao público, que está suspenso por tempo indeterminado.

Segundo a PF, o incêndio atingiu parte da iluminação, telefonia e sistema de informática do prédio, o que impede o expediente normal. Não há previsão de quando o atendimento será retomado. Por isso, a viagem de emergência de Leandro Daiello a Curitiba. Enquanto os problemas não são solucionados, quem tem agendamento para emissão de passaporte terá que buscar uma nova data.

“Elas poderão, depois, comparecer à Polícia Federal, das 7h às 16h, e a equipe estará empenhada para atendê-los”, diz o coordenador de Comunicação da PF, Paulo Roberto da Silva.

As pessoas que só precisam retirar o passaporte também terão que aguardar o retorno do atendimento. A exceção é para quem tem viagem marcada até a próxima quinta-feira. Neste caso, é possível ir até a superintendência, levando a passagem aérea, para a retirada do passaporte.

“Só poderão agora, neste momento, retirar o documento se comprovarem que de hoje até quinta-feira farão a viagem. Não adianta chegar aqui hoje e dizer ‘eu vou viajar’. Tem que trazer a passagem, o documento comprovando que a viagem está realmente agendada e marcada para quinta-feira”, afirma.

Peritos da Polícia Federal já estão investigando as causas do incêndio – que pode ter sido provocado por um curto circuito em equipamentos no subsolo do prédio. Ninguém ficou ferido. A PF informou que não houve prejuízo aos presos da Lava Jato e nem ao material relacionado à operação, como documentos e aparelhos eletrônicos.

Entre os presos que estão na carceragem da corporação, há o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, o ex-ministro Antonio Palocci, e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. As chamas atingiram o subsolo do prédio, enquanto as celas ficam no primeiro andar.

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