Ferramenta vai monitorar e incentivar empresas alimentícias a não confinarem animais

Redação

ferramenta vai monitorar o confinamento de animais

Uma ferramenta pretende monitorar e incentivar empresas em compromissos com o estímulo ao fim do confinamento de animais explorados para consumo. O serviço, chamado ‘Monitor de Inciativas Corporativas’, vai acompanhar o progresso do setor em relação ao tratamento às galinhas nas cadeias de suprimentos e tem o objetivo de reduzir o sofrimento deles.

O monitor pode ser acessado globalmente por consumidores, investidores, imprensa e empresas concorrentes. Para o lançamento, a Mercy For Animals (MFA), responsável pelo projeto, selecionou 34 empresas alimentícias da América Latina para divulgar os avanços na transição para sistemas livres de gaiolas em suas cadeias de suprimentos. Para a construção da plataforma, foram utilizadas informações disponíveis publicamente ou compartilhadas pelas próprias empresas por meio de questionário enviado pela MFA. Após esse passo, elas foram classificadas em sete categorias: Ouro, Prata, Bronze, Verde, Amarelo, Laranja e Vermelho.

“Estamos muito orgulhosos por sermos a única empresa do setor na categoria bronze, no Monitor de Iniciativas Corporativas pelos Animais. Este reconhecimento reforça que estamos no caminho certo e é fruto de um trabalho consistente. Seguimos comprometidos em evoluir em todas as vertentes de bem-estar animal e usar a nossa escala para gerar impactos positivos na sociedade e no meio ambiente”, afirma Leonardo Lima, diretor de compromisso social e desenvolvimento sustentável da Arcos Dorados, empresa que foi classificada na categoria Bronze para transição ao sistema livre de confinamento em gaiolas.

No Brasil, mais de 120 empresas já anunciaram compromissos para banir integralmente de suas cadeias de suprimentos o confinamento de galinhas em gaiolas, a maior parte delas até 2025. Entre elas, estão os grandes varejistas Carrefour e GPA, as maiores redes de alimentação no país, como McDonald’s, Burger King, Subway, Spoleto, GRSA e Sodexo, e empresas como St Marche, Zaffari e Makro, além da Cia Beal de Alimentos.

Todos os anos, o sistema deve ser atualizado e novas empresas podem ser integradas ao monitor, enquanto as empresas já selecionadas terão a oportunidade de mudar de categoria.

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