Fetranspar é contra possibilidade de greve dos caminhoneiros em meio à pandemia

Redação


Diante de uma nova greve dos caminhoneiros, marcada para ocorrer na próxima segunda-feira (1°), a Fetranspar (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Paraná) se posicionou contra a possibilidade de paralisação dos trabalhadores.

A federação representa, aproximadamente, 20 mil empresas do setor em todo Estado, e vê com preocupação a hipótese de greve dos caminhoneiros durante a pandemia da Covid-19.

“A entidade frisa, no entanto, que não questiona as pautas que profissionais autônomos colocam à mesa. As mesmas precisam ser discutidas buscando um consenso. Contudo, as demandas não devem ser motivo para uma eventual paralisação em plena pandemia”, diz o comunicado.

O aumento do preço do diesel de 4,4%, aplicado pela Petrobras na quarta-feira (27) nas refinarias, aumentou o risco da paralisação ocorrer. Nesta quinta-feira, Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras, disse que a estatal não tem culpa na insatisfação da classe (leia aqui).

Conforme a Fetranspar, a greve dos caminhoneiros trará transtorno aos cidadãos e será vista como uma falta de consideração da classe, que “já sofrem com os atrasos da vacina, com a ansiedade de conviver com a possibilidade de contágio da Covid-19, com os comércios e instituições de ensino no abre e fecha, com unidades de saúde lotadas, e profissionais de linha de frente extremamente cansados.”

Entretanto, a federação destaca que o Governo Federal precisa melhorar o estreitamento do diálogo com a classe trabalhadores. “A conversa precisa ser franca e constante, trazendo perspectivas.”

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