Meu filho ficou em recuperação: e agora?

Francielly Azevedo


A chegada de julho anuncia também o início das férias escolares. O mês de recesso das aulas é sinônimo de descanso e diversão para muitas crianças. No entanto, aquelas que não foram bem nas últimas provas têm que enfrentar a recuperação.

De acordo com a psicopedagoga e diretora da Escola Atuação, Esther Cristina Pereira, a recuperação não deve ser vista como um castigo. “Ainda hoje muitos estudantes encaram essas aulas extras como uma punição. Nosso papel como educadores é fazê-los entender que na realidade essa é uma boa oportunidade para rever o conteúdo do semestre e preparar-se para o retorno das aulas com mais concentração e disposição”, explica Esther.

Segundo a diretora, um dos pontos trabalhados pela escola é a percepção dos pais quanto a evolução no processo de aprendizagem. “Existem pais que se preocupam apenas com a nota que os filhos tiram nas provas Isso não está certo porque às vezes a criança alcança uma média 7,0, por exemplo, mas evolui muito em quesitos como autonomia e resolução de conflitos. Hoje, mais do que nunca, as famílias precisam estar atentas para as necessidades do mercado. Atualmente, a busca por profissionais proativos e que sabem se colocar no lugar do outro aumentou significativamente. Nota por nota não forma currículo e, muito menos, pessoas de bem”, afirma

 

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Jornalista, formada pela Universidade Tuiuti do Paraná. Tem passagens pela TV Educativa, TV Assembleia, TV Transamérica, CATVE, Rádio Iguassu e Folha de Londrina. Atualmente trabalha no Paraná Portal e na Rádio CBN.
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