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Festival ucraniano reúne 700 dançarinos em Mallet

O Festival Nacional de Danças Ucranianas, cada ano realizado em uma cidade-sede, chega a sua 26ª edição voltando às origens. Em Mallet, na região centro-sul do Paraná, desembarcaram os primeiros imigrantes do país europeu, no final do século XIX. Hoje, o número de descendentes da cultura passa de um milhão de brasileiros.

Na sexta-feira, a partir das 11h30, no Parque dos Imigrantes, ocorre venda de comidas típicas e artesanato e exposição de peças de artistas locais, além de apresentações folclóricas no período da tarde.

O evento foi chamado de Festival Cultural Miguel Bakun, pois celebra os 110 anos de nascimento do artista paranaense, filho de imigrantes ucranianos e nascido na cidade. O pintor é considerado um dos pioneiros da arte moderna no estado.

Ao final do dia, os grupos participam de um flashmob e fazem uma grande roda de Korovay. Tradição em casamentos, a dança feita com um pão ritual é popular entre os ucranianos do Brasil e adaptada para outras ocasiões.

Já no sábado, no Ginásio de Esportes, a partir das 19h, os 20 grupos participantes do evento trazem novas apresentações folclóricas, mostrando o resultado de um ano de trabalho intenso na preservação da cultura ucraniana.

É a terceira vez que Mallet, no Paraná, sedia o Festival Nacional de Danças Ucranianas. Na cidade, está localizada a igreja São Miguel Arcanjo, primeira igreja no estilo do país europeu do Brasil, tombada pelo patrimônio histórico e cultural. A construção serviu de base para a réplica que está no centro do parque Tingui, em Curitiba.

SERVIÇO: 26º FESTIVAL NACIONAL DE DANÇAS UCRANIANAS

Local: Parque dos Imigrantes e Ginásio de Esportes – Mallet, Paraná
Data: 15 e 16 de novembro

Programação

  • Sexta-feira – 1º Festival Cultural Miguel Bakun (Parque dos Imigrantes)
    • 11h30: atividades culturais, comércio de comidas e artesanato típico e exposição de peças de artistas locais
    • 13h45: início das apresentações dos grupos folclóricos ucranianos
    • 16h30: Flashmob
    • 17h: Dança do Korovay
  • Sábado – Festival Nacional de Danças Ucranianas (Ginásio de Esportes)
    • 19h: apresentações dos 20 grupos folclóricos

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Bancos começam a enviar dados de clientes para cadastro positivo

A partir de hoje (11), os bancos e as demais instituições financeiras começam a enviar automaticamente informações dos clientes para as gestoras de bancos de dados financeiros que vão operar o cadastro positivo, uma lista de bons pagadores. A expectativa é que até a próxima semana, todos os brasileiros que não optaram por estar fora da lista estejam incluídos no cadastro positivo.

Há um mês, o Banco Central (BC) autorizou quatro gestoras de bancos de dados a operar. Os registros foram dados à Serasa, à Gestora de Inteligência de Crédito (Quod), à Boa Vista Serviços e à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL – SPC Brasil).

Até 30 dias depois da inclusão dos dados, a gestora responsável deverá informar ao cliente de que seus dados estão no cadastro positivo. A notificação pode ser enviada por correio, por e-mail ou por SMS. O procedimento é semelhante ao usado para notificar clientes na lista de maus pagadores.

Na primeira etapa, os bancos e as casas de crédito vão abastecer o cadastro positivo. Nos próximos meses, prestadoras de serviço com conta fixa, como companhias de água, luz, gás e telefone, passarão a enviar as informações. O cadastro será estendido posteriormente às redes de varejo, que compartilharão o histórico de pagamento dos clientes ao banco de dados.

INVERSÃO

Uma lista de bons pagadores que podem ter acesso a crédito mais barato, o Cadastro Positivo começou a funcionar em 2013, mas com uma lógica invertida em relação à atual. O cliente que quisesse ser incluído no cadastro tinha que comunicar ao banco. A nova legislação tornou automática a inclusão e o processamento dos dados dos clientes.

Quem não quiser entrar no Cadastro Positivo é que deve avisar a instituição financeira. Os bancos identificarão os bons pagadores com base num sistema de pontuação, sem terem acesso direto à movimentação financeira do cliente. Cada cliente receberá uma nota de 0 a 1 mil. Quanto mais alta a nota, melhor a qualidade do pagador e menores as taxas de juros a que eles terão direito.

Aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em julho, a regulamentação das gestoras iguala o tratamento das empresas administradoras de banco de dados ao das instituições financeiras. Os controladores e diretores deverão ter reputação ilibada (sem suspeitas) e terem o currículo avaliado pelo Banco Central. Em relação à proteção das informações, o decreto estabeleceu padrões de segurança, como diretorias separadas para a gestão dos cadastros e para a segurança da informação e patrimônio líquido mínimo de R$ 100 milhões para cada empresa poder operar.

Governo anuncia 20 mil vagas de empregos para jovens carentes

A criação do programa Cartão Futuro para incentivar a abertura de vagas de trabalho para 20 mil jovens de 14 a 18 anos em situação de vulnerabilidade social foi  mais um dos anúncios feitos pelo governador Ratinho Junior na área social. “É uma iniciativa para dar a primeira oportunidade de emprego para pessoas que têm dificuldades de colocação no mercado de trabalho”, afirmou.

Um dos objetivos do programa é incentivar as micro e pequenas empresas a contratar aprendizes. Para isso, o Governo do Estado vai subsidiar parte dos vencimentos, com recursos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. Com o mesmo mecanismo, a administração estadual vai estimular as grandes empresas a abrir novas oportunidades para jovens. A medida será trabalhada mesmo junto às companhias que já cumprem a cota estabelecida por lei federal.

O programa Cartão Futuro será administrado pela Secretaria da Justiça, Trabalho e Família, que está finalizando a regulamentação da medida. “É uma iniciativa que abre novas possibilidades para meninos e meninas que buscam a chance de um futuro melhor. Com o estímulo do Estado, acreditamos que os empresários ficarão sensíveis a esta ideia”, afirma o secretário Ney Leprevost.

Leprevost explica que a determinação do governador é para que a pasta contribua de todas as formas para ampliar as oportunidades de trabalho no Paraná, seja por meio de qualificação ou intermediação de mão de obra. “O Paraná já se destaca na geração de empregos formais, com 60 mil vagas abertas neste ano e o nosso objetivo é ampliar esses resultados”, afirma o secretário.

INTERMEDIAÇÃO –

Ele lembra que as agências do trabalhador foram reforçadas e estão prestando serviços para grandes empreendimentos que acontecem no Paraná, como a construção da nova planta da Klabin e da segunda ponte entre Brasil e Paraguai, em Foz do Iguaçu.

Outro projeto já consolidado é o Paraná Serviços, um aplicativo que aproxima profissionais autônomos de pessoas que necessitam de serviços especializados. “É uma ferramenta que moderniza aquilo que já era feito nas Agências do Trabalhador, que é a intermediação. É caminho direto, que possibilita ao prestador apresentar suas qualificações e ser ranqueado em função delas”, explica o secretário.

Segundo a Secretaria da Justiça, Trabalho e Família, os principais serviços solicitados são marido de aluguel (serviços gerais), diarista, pedreiro, eletricista, pintor, garçom, motorista, recepcionista, auxiliar de limpeza e babá.

QUALIFICAÇÃO –

O governo estadual também desenvolve programas de capacitação e qualificação profissional. O destaque são as Carretas do Conhecimento, realizado em parceria com o Senai-PR. São oito escolas móveis que oferecem cursos de Instalações Elétricas, Manutenção de Motocicletas, Confecção, Elétrica Automotiva, Mecânica Automotiva, Mecânica Industrial Básica, Panificação e Refrigeração.

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Justiça do Paraná autoriza Delúbio e Vaccari retirarem tornozeleiras eletrônicas

Condenados na Lava Jato e atualmente em regime semiaberto, os ex-tesoureiros do PT João Vaccari Neto e Delúbio Soares obtiveram, nesta segunda-feira (11), a revogação da execução de suas penas. A decisão, da juíza Ana Carolina Bartolamei Ramos, da 1ª Vara de Execução Penal de Curitiba, segue entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) que barra cumprimento da pena logo após condenação em segunda instância.

Com isso, tanto Vaccari quanto Delúbio não precisam mais cumprir medidas cautelares, como restrições de locomoção. A magistrada deu cinco dias para ambos retirarem a tornozeleira eletrônica.

“Restou observado que não há trânsito em julgado da condenação, tal como que esta teve início exclusivamente em virtude da confirmação da sentença condenatória em segundo grau”, disse a juíza em suas decisões.

Vaccari foi preso em abril de 2015, em uma das fases da Lava Jato. Quando deixou a prisão, em setembro deste ano, ele estava no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Seu advogado, Luiz Flávio Borges D’Urso, afirma que, nesta segunda, a tornozeleira já foi retirada. “A decisão reflete Justiça e sintonia à ordem constitucional, face a recente decisão do STF”, afirmou.

O ex-tesoureiro cumpria o semiaberto na casa de um tio, com tornozeleira. Deixava o local para trabalhar como assessor da CUT no Paraná. Delúbio também foi transferido para o semiaberto em março.

Inicialmente, Vaccari, apontado como principal suspeito de operar propinas do PT na Petrobras, foi condenado em cinco ações penais da Lava Jato na primeira instância, mas acabou absolvido em duas delas no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

Nos dois processos, a maioria dos juízes do tribunal entendeu que não havia provas suficientes para condenar Vaccari em crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Ele foi para o semiaberto após ser beneficiado pelo indulto natalino assinado pelo então presidente Michel Temer (MDB) em 2017, que reduziu em 24 anos a soma das penas do petista na Lava Jato.

Já Delúbio, que chegou a ser preso também no mensalão, foi condenado em 2018 pelo TRF-4 sob acusação de lavagem de dinheiro em processo referente a empréstimo de R$ 12 milhões do grupo ​Schahin a José Carlos Bumlai, pecuarista e amigo do ex-presidente Lula.

Na última quinta-feira (7), o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, com placar apertado de 6 votos a 5, que um condenado só pode ser preso após o trânsito em julgado -o fim dos recursos-, alterando a jurisprudência que desde 2016 tem permitido a prisão após condenação em segunda instância.

O voto decisivo foi do presidente do Supremo, Dias Toffoli, que acompanhou os ministros Marco Aurélio, relator das ações sobre o tema, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello, formando a maioria.

A decisão beneficiou, entre outros presos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que estava desde abril de 2018 na sede da Polícia Federal em Curitiba pelo caso do tríplex de Guarujá (SP).

Além dele, deixaram a prisão o ex-ministro petista José Dirceu, também condenado na Lava Jato, e o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (ex-PSDB), pelo mensalão tucano.

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Corrida de rua mais antiga de Curitiba terá sua última edição em dezembro

A Corrida do Tingui terá sua última edição no dia 15 de dezembro (domingo). A prova, criada em 1995, é a mais antiga de Curitiba e é marcada pelas subidas que desafiam os participantes.

“É uma prova tradicional, com realização ininterrupta por mais de 20 anos e já deixa saudade, mesmo antes da última edição. Será a chance de relembrar histórias, momentos de perceber como a corrida de rua evoluiu nos últimos anos. Novos projetos virão pela frente e a Corrida do Tingui será uma agradável lembrança para os apaixonados por corridas de rua. Teremos muitas novidades em 2020, aguardem”, conta Arthur Trauczynski, diretor de negócios da Global Vita Sports, organizadora da prova.

ÚLTIMA EDIÇÃO DA CORRIDA EM CURITIBA

As inscrições para a última Corrida do Tingui podem ser feitas pelo site. O preço para as corridas variam entre R$ 54,90 e R$ 99. Já os valores para a caminhada estão entre R$ 44,90 e R$ 89.

A categoria Caixa Advogados do PR têm desconto de 20%. Além disso, o site também mostra os percursos das provas e os kits dos participantes.

Veja a tabela de valores:

Reprodução
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Casal de namorados é preso com 57 tabletes de maconha no Paraná

Um jovem casal de namorados foi preso em flagrante neste domingo (10), em Alto Paraíso, na região noroeste do Paraná, com 57 tabletes de maconha. Eles devem ser indiciados por tráfico de drogas. O crime prevê penas de cinco a 15 anos de prisão (veja o vídeo abaixo).

Foram detidos um homem de 25 anos e uma mulher de 19 anos. O casal de namorados havia saído de Amambaí, no Mato Grosso do Sul, com destino a Joinville, em Santa Catarina. Mas a viagem de cerca de 1.000 km foi interrompida logo nos primeiros 300 km de viagem, durante uma abordagem em Alto Paraíso, no Paraná.

Os jovens foram detidos na Unidade Operacional Porto Camargo, na BR-487, por agentes de PRF (Polícia Rodoviária Federal). Os policiais desconfiaram do nervosismo do casal de namorados, o que motivou uma busca minuciosa no Fiat Uno dirigido pela dupla.

Os 57 tabletes de maconha foram encontrados escondidos sob o forro das laterais do veículo. Ao todo, os jovens carregavam 43,5 kg de maconha.

A ocorrência relacionada ao tráfico de drogas foi registrada pela PRF na Delegacia da Polícia Civil em Xambrê, que vai investigar o caso.

VEJA O VÍDEO DA APREENSÃO NO CARRO DO CASAL PRESO:

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‘Açaí da Mata Atlântica’: fruto de palmeira juçara é alternativa de renda aos produtores do Paraná

O fruto das palmeiras juçara pode ser uma boa alternativa para os produtores rurais do Paraná. Isso porque a polpa do fruto da palmeira é transformada em sobremesa com cor, sabor e composição semelhantes ao tradicional açaí da Amazônia, mas com ingredientes da Mata Atlântica.

Nativa da região, a palmeira foi muito explorada durante décadas para a produção de palmito em conserva. Entretanto, a árvore morre ao ser cortada e uma muda leva pelo menos 10 anos para chegar à fase adulta.

A exploração da palmeira fez com que a árvore entrasse na lista de espécies ameaçadas de extinção. Isso gera um desequilíbrio ecológico, já que a ave jacutinga é um dos animais que se alimenta do fruto da planta.

Contudo, na retirada da polpa, as sementes podem voltar para a mata, o que acaba gerando novas palmeiras.

“A juçara é uma espécie ameaçada de extinção e o seu corte para a extração do palmito é proibido por lei. Por isso, encontrar novas formas de gerar renda a partir da planta valoriza a espécie para que os produtores sigam cultivando-a, preservando-a e fortalecendo os ecossistemas onde ela é encontrada”, conta Guilherme Karam, coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Estudos conduzidos pelo Emater (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural) também revelam que a polpa do fruto da palmeira juçara tem teores de lipídios, proteínas, vitaminas, ferro, potássio e zinco superiores ao do açaí.

NATUREZA EMPREENDEDORA

Promovido pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza para articular e capacitar atores e desenvolver negócios inovadores para a região do litoral norte paranaense, a Natureza Empreendedora visa explorar o potencial econômico da região, capacitar a comunidade local e aumentar a quantidade de negócios com impacto positivo ao meio ambiente.

Ao todo, 35 empreendedores de Antonina, Morretes, Paranaguá e Guaraqueçaba estão envolvidos no Natureza Empreendedora, que também conta com o apoio do Sebrae-PR na fase de ideação de propostas.

“Queremos mostrar que desenvolvimento econômico e conservação da natureza conseguem andar lado a lado, gerando benefícios para o meio ambiente e para a comunidade local. É o chamado ‘negócio de impacto’ que gera resultados financeiros positivos de forma sustentável e ainda protege e valoriza o patrimônio natural”, destaca Karam.

Iniciado em 2018, o Natureza Empreendedora foi estruturado a partir da identificação do potencial empreendedor aliado à conservação da Mata Atlântica em alguns municípios da região do Lagamar paranaense.

O estudo concluiu que há espaço para inovação, melhoria da qualidade de vida da população e agregação de valor, com impacto socioambiental positivo. A pesquisa também mapeou que os jovens desejam continuar na região, mas não encontram oportunidades, e que existe pouco senso de valorização e identidade da Mata Atlântica.

Lições de casa do governador Ratinho Junior a paulistas

 

O governador Ratinho Junior vem fazendo direitinho a lição de casa. Não entra em bola dividida, anda junto com o presidente Jair Bolsonaro, ainda com boa aceitação junto à população, tem tudo aprovado na Assembleia Legislativa e anda pelo Estado e pelo País divulgando o Paraná.

Em São Paulo, durante encontro na Associação Comercial de São Paulo, onde estava reunido os Conselhos Polícia e Social (Cops) e de Economia (COE), da entidade, disse que a gestão pública precisa inovar e se modernizar para prestar serviços de melhor qualidade à população. Não disse falou diferente do que estudou.

O governador Ratinho Junior surpreende o Brasil inteiro por estar na contramão e espantar a crise no Paraná, o que é muito bom para o Brasil. Frase do ex-senador Heráclito Fortes, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), demonstra que o governador paranaense está surpreendendo que o ouve falar sobre o Paraná.

A ACSP foi palco de uma apresentação do mandatário paranaense, que mostrou aos conselheiros da instituição paulista os potenciais de seu estado. “O senhor é um governador com o farol alto, no momento em que no Brasil só se discute o curto prazo”, disse o ex-deputado e também conselheiro de Itaipu, José Carlos Aleluia.

O ex-governador gaúcho Germano Rigotto elogiou a visão, a capacidade administrativa e de articulação do governante paranaense “Esse processo de pacificação política do Paraná é algo para ser elogiado”, disse.  “É uma figura muito rara no quadro político nacional. É um administrador público de resultado e que se comunica muito bem. É impossível pensar que sua ação política fique restrita ao Paraná”, destacou o cientista político Rubens Figueiredo que sugeriu a Ratinho Junior maior inserção no debate político nacional.

Ratinho foi interrompido por várias vezes pela platéia atenta que queria saber tudo sobre o Paraná. Foi aplaudido e houve quem arriscou falar em seu nome à Presidência da República. É claro que João Dória não anda bem junto à classe empresarial paulista e, portanto, a oportunidade para elogiar o jovem governador paranaense.

“O Paraná está fazendo a lição de casa. Estamos modernizando a máquina pública para ser um instrumento de suporte e de indução do desenvolvimento socioeconômico do Estado”, afirmou Ratinho Junior. Ele destacou que, de modo geral, o setor público brasileiro não acompanhou a evolução de outras áreas da sociedade e parou na década de 1980.

Quando tiver, efetivamente, obras para inaugurar, o tom do discurso deverá ser ainda mais contundente.

Avô e neto, uma cena digna de respeito à família

 

Nesta manhã de segunda-feira me deparei com uma cena que achei muito bonita e por isso vou registrá-la aqui neste espaço. Ao fazer uma visita ao ex-deputado federal, João Arruda, na Rádio Cidade 960 e ao amigo jornalista Carlos Delgado, na Rádio CBN, vejo, a certa distância, o jovem Eduardo Pimentel, vice-prefeito de Curitiba, dando o braço e a mão para que o seu avô, o ex-governador Paulo Pimentel subisse a pequena rampa que leva à recepção e aos estúdios da CBN.

Em conversa com os dois, avô e neto, sob olhares e ouvidos atentos do Delgado, falamos um pouco sobre política. Ao perguntar ao jovem político se ele seria candidato à Prefeitura de Curitiba nas eleições de 2020, foi claro: “não posso afirmar que sou ou não candidato, mesmo porque estou feliz e gosto de trabalhar com o prefeito Rafael Greca. Meu nome, no entanto, está à disposição da sociedade, da cidade, e até mesmo do próprio Greca, numa eventual reeleição”.

Quando a Paulo Pimentel, que lança nesta segunda-feira, no Palácio Iguaçu, livro “Vim, Vi e Venci” que conta sua trajetória de vida, desde a travessia de jovem do interior de São Paulo ao governo do Estado do Paraná. Me disse que, aos 91 anos de idade, está muito bem de saúde, pratica natação diariamente, dirige seu próprio automóvel e sorri quando revelou que recentemente fez teste para renovação da carteira de habilitação e foi aprovado.

Na foto, o prefeito, Rafael Greca e Eduardo Pimentel

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Evento gratuito em Curitiba discute práticas para a destinação de resíduos na indústria

As maiores autoridades do país em Logística Reversa e economia circular participam nesta terça-feira (12), no Campus da Indústria, em Curitiba, do 3º Seminário Paranaense sobre o tema.

O evento é promovido pela Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) e pelo InPAR (Instituto Paranaense de Reciclagem) e a ideia é repensar as práticas utilizadas nos processos industriais para incentivar a redução, reutilização e reciclagem de resíduos, diminuindo o descarte no planeta e protegendo os recursos naturais.

O dia será de muita discussão, com o propósito de criar soluções para a correta destinação dos resíduos gerados por toda a cadeia produtiva industrial. Além disso, os benefícios econômicos e ambientais dessa prática para as indústrias também serão abordados.

A palestra de abertura será com Davi Bomtempo, gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e um dos principais representantes do setor produtivo em fóruns do meio ambiente a nível nacional e internacional.

Outro participante é Cesar Faccio, secretário executivo da Coalizão Embalagens, grupo de associações empresariais que assinaram o Acordo Setorial de Embalagens em Geral. O programa é o único a ter toda a cadeia da logística reversa envolvida, com a participação de 17 associações de todo o Brasil, fabricantes e importadores de produtos que utilizam embalagens.

3º Seminário Paranaense de Logística Reversa

Data: 12/11/2019

Local: Campus da Indústria (Av. Comendador Franco, 1.341 – Jardim Botânico – Curitiba/PR)

Horário: das 8h30 às 17h30Divulgação Fiep