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McDonald’s volta a vender o CBO e McFish é retirado do cardápio

O CBO voltou ao McDonald’s. 14 lojas do Mc no Paraná, sendo seis em Curitiba (veja a lista abaixo), voltaram a comercializar o CBO desde o dia 6 de novembro. Por outro lado, o McFish saiu do cardápio dos restaurantes participantes.

Ao todo, 345 lojas de todo o Brasil voltaram a ofertar o CBO, conhecido pelo pão quadrado, frango empanado, bacon picado, cebola crispy e quejo cheddar. O sanduíche havia sido retirado do cardápio em 2017 porque os ingredientes do lanche pararam de ser produzidos no país.

Desde que saiu do cardápio, houveram vários pedidos para que o CBO voltasse. Todas as redes socias do McDonald’s recebiam comentários com a frase “nunca mais vou sorrir novamente enquanto o CBO não voltar”, o que resultou nessa ação.

“A gente sabe bem o sentimento quando bate aquela #FomeDeMc, então fizemos de tudo para tentar atender esse pedido. Chegou a hora de preencher esse vazio no estômago que tem o formato do CBO. Não foi nada fácil, mas finalmente vamos ter uma chance de matar essa saudade”, disse João Branco, Chief Marketing Officer do McDonald’s no Brasil.

Lojas do McDonald’s que voltaram a vender o CBO:

  • CASCAVEL
    • Cascavel Drive
      Avenida Brasil, 5400 – Centro
  • CURITIBA
    • Batel Drive
      Avenida Nossa Senhora Aparecida, 170 – Seminário
    • Curitiba Portão
      Rua Sylvio Zeny, 134 – Portão
    • Drive Barigui
      Rua Gen. Mário Tourinho, 2350 – Matriz
    • Shopping Palladium
      Avenida Presidente Kennedy, 4121 – Potão
  • LONDRINA
    • Av. Higienópolis
      Avenida Higienópolis, 839 – Centro
    • Londrina
      Rod. Celso Garcia Cid, Km 377/ Loja 236/Catuaí Shop.Center – Gleba Fazenda Palhano
    • Londrina Av. Tiradentes
      Rua Miguel Couto, 67 – Jd. Shangrilá – Zona A
  • MARINGA
    • Drive Maringá
      Avenida Duque de Caxias, 777 – Zona 01
    • Maringá
      Avenida Tiradentes, 301 – Centro
  • PONTA GROSSA
    • Ponta Grossa Drive
      Avenida Bonifácio Vilela, 633 – Centro
  • SAO JOSÉ DOS PINHAIS
    • São José dos Pinhais Drive
      Avenida das Torres, 2950 – São Pedro
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Aposentados e pensionistas podem perder benefício se faltarem ao recadastramento

O Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC) faz um alerta para os mais de 200 aposentados e pensionistas que ainda não fizeram o recadastramento e podem perder o benefício. Um grupo de 21 beneficiários pode ter os vencimentos bloqueados a partir deste mês, de acordo com a Prefeitura de Curitiba. O prazo para fazer a prova de vida e entregar os documentos termina na próxima quinta-feira (14).

Os 21 aposentados e pensionistas foram convocados no mês de aniversário, mas não compareceram para o recadastramento. São os aniversariantes de maio, junho e julho. Conforme a prefeitura, eles já tiveram bloqueados o cartão qualidade — usado para compras em lojas conveniadas.

O IPMC alega que tentou contato com o grupo por telefone, mas não teria conseguido localizar os beneficiários.

Mais 210 aposentados e pensionistas foram convocados pelo Instituto de Previdência. Desta vez, aqueles que fizeram aniversário em agosto, setembro e outubro. Foi a segunda convocação do grupo, que pode perder o benefício caso não faço o recadastramento até janeiro de 2020. A lista completa daqueles que precisam cumprir essa etapa está no site do IPMC.

Os aposentados e pensionistas que não puderem comparecer ao Censo Previdenciário no dia agendado devem entrar em contato com o Instituto. No entanto, aqueles que têm dificuldade de locomoção podem agendar a visita domiciliar por meio dos telefones 3350-3646 ou 3350-9617.

enem 2019

Enem 2019 registrou menor taxa de ausentes desde 2009; confira balanço

O segundo domingo de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve a menor taxa de ausentes desde 2009, quando a avaliação foi formulada para selecionar estudantes para os cursos superiores das universidades brasileiras. Ontem (10), compareceram 3,7 milhões do total de 5,1 milhões de candidatos inscritos. Os faltantes corresponderam a 27,19% do total, superando a taxa de 2015 que então era de 27,33%.

“Tivemos a menor abstenção de todos os tempos, tanto no primeiro dia, quanto hoje. Tivemos, acho que agora dá para afirmar, o melhor Enem de todos os tempos, tanto em execução, operação, logística, como também em termos de formulação”, comemorou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, em coletiva realizada ontem para apresentar o balanço do Enem 2019.

Na semana passada, 3 de novembro, quando ocorreu o primeiro dia de prova, o índice de presentes ficou em 76,9%. Até então, o melhor resultado havia sido em 2018, com 75,24%. Os dados foram apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame. Confira o balanço completo.

Foram dois dias de avaliações, cada prova com 90 questões de múltipla escolha. No primeiro, foram 45 sobre linguagens, códigos e suas tecnologias e 45 sobre ciências humanas e suas tecnologias, além da redação sobre democratização do acesso ao cinema no Brasil. No segundo dia de exame foram 45 sobre ciências da natureza e 45 sobre matemática. Juntando os dois dias, foram dez horas e meia de prova. O Inep vai disponibilizar o gabarito do Enem na quarta-feira, 13 de novembro.

*matéria produzida com informações do MEC

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Vídeo mostra momento em que agente de cadeia é feito refém no Paraná

Um vídeo, gravado pelas câmeras internas da Casa de Custódia de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, mostra um agente de cadeia foi feito refém por três presos no Paraná. O caso aconteceu na semana passada e o homem foi libertado após ficar quase 24 horas na cela.

De acordo com o Depen (Departamento Penitenciário do Paraná), o homem ficou à mercê dos detentos desde às 14h da segunda-feira (4) até às 13h45 da terça (5).

O vídeo mostra que os presos tornaram o agente refém no momento da inspeção da cela. Outro agente no local disparou contra os detentos, mas não evitou a ação.

O Sindarspen (Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná) alega que as imagens ratificam o que vem afirmando desde 2016: a falta de servidores inibe um trabalho seguro dentro das unidades prisionais no Paraná.

Além disso, o sindicato também declara que existe a necessidade de contratação imediata de 4.300 agentes e de mais 2.100 para trabalharem nas unidades previstas para serem inauguradas pelo governo no estado, conforme um dimensionamento feito pelo próprio Depen.

Assista o vídeo:

SINDICATO ALEGA FALTA DE SERVIDORES

Segundo o Sindarspen, os agentes penitenciários e agentes de cadeia que trabalham nas 33 prisões do Depen não cumprem as determinações de segurança impostas pelo próprio Departamento Penitenciário.

“O Caderno de Segurança do Departamento determina que uma cela só seja aberta quando houver agentes em quantidade maior que de presos. Se fosse cumprida rigorosamente essa exigência (…), seriam cessadas as movimentações de presos em todas as unidades penais do Paraná. Não haveria mais banho de sol, atendimentos médico, social e jurídico, nem atividades de trabalho e estudo nos presídios paranaenses”, afirma o sindicato, em nota.

Por fim, vale ressaltar que a CCP (Casa de Custódia de Piraquara) abriga 1.600 presos, mas apenas 25 agentes de cadeia trabalham no local.

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Casa de Custódia de Piraquara. (Divulgação/Conselho da comunidade de Curitiba)

Leia a íntegra da nota do Sindarspen:

O Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná também recebeu o vídeo que está circulando nas redes sociais, do momento em que um agente de cadeia é feito refém na Casa de Custódia de Piraquara.

As imagens ratificam aquilo que o SINDARSPEN vem alertando: não há servidores em quantidade que permitam um trabalho seguro dentro das unidades penais do Paraná.

Há alguns anos, os trabalhadores penitenciários não conseguem atuar dentro dos protocolos de segurança exigidos pelo próprio DEPEN porque não há efetivo para isso. Para se ter uma ideia, o Caderno de Segurança do Departamento determina que uma cela só seja aberta quando houver agentes em quantidade maior que de presos. Levando em conta o baixíssimo número de servidores, se fosse cumprida rigorosamente essa exigência, seriam cessadas as movimentações de presos em todas as unidades penais do Paraná. Não haveria mais banho de sol, atendimentos médico, social e jurídico, nem atividades de trabalho e estudo nos presídios paranaenses.

Ou seja, os agentes penitenciários e agentes de cadeia que atuam hoje nas 33 unidades do DEPEN trabalham sem conseguir cumprir as determinações de segurança impostas pelo próprio Departamento.

Essa situação vem sendo alertada pelo SINDARSPEN desde 2016, quando o Governo do Estado cessou a convocação dos aprovados no último concurso para agente penitenciário, realizado em 2013, com vigência até julho de julho de 2017. Protestos, paralisações, passeatas, denúncias à imprensa, inúmeras reuniões, todo o possível vem sendo feito para que o Estado realize concurso público para a área. Assim como Beto Richa e Cida Borguetthi, Carlos Massa Junior disse que faria, mas estamos chegando ao final de 2019 e nada.

Para atender a demanda da segurança pública do estado, há a necessidade de contratação imediata de 4.300 agentes e de mais 2.100 para trabalharem nas unidades previstas para serem inauguradas pelo governo, conforme dimensionamento feito pelo próprio DEPEN.

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Moro reage a Lula com aval de Bolsonaro e pede reação no Congresso

O ministro da Justiça, Sergio Moro, entrou no embate em defesa do governo Jair Bolsonaro (PSL), reagiu ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e se contrapôs ao STF (Supremo Tribunal Federal) ao sugerir pressão sobre o Congresso para a volta da prisão logo após condenação em segunda instância.

Moro virou peça fundamental na estratégia do Palácio do Planalto no enfrentamento às críticas de Lula.

Desde a decisão do Supremo pelo veto à prisão em segunda instância na quinta-feira (7), com a consequente soltura do petista na sexta (8), o tom dos ataques e contra-ataques tem subido. Essa escalada não deve parar.
Bolsonaro e seus ministros, por orientação do Planalto, não deveriam se manifestar sobre o julgamento que determinou o início do cumprimento da pena somente após esgotados todos os recursos –o chamado trânsito em julgado.

O presidente, a princípio, ainda ignoraria as declarações do petista. Lula ficou 580 dias na prisão por decisão de Moro, então juiz da Lava Jato que o condenou por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP).

Em discursos, tanto em Curitiba como em São Bernardo do Campo (SP), seu reduto político, o petista direcionou sua artilharia a Bolsonaro, Moro e ao ministro da Economia, Paulo Guedes.
Com a repercussão das declarações de Lula, Bolsonaro tem reavaliado a forma de reagir. Inicialmente, as respostas ficariam a cargo de ministros, como o próprio Moro e o general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), em um tom controlado, além de congressistas bolsonaristas, livres para responder ao petista.

O plano, porém, não obteve o resultado esperado. Agora, Bolsonaro vai ampliar a resposta e seus ministros também.

Moro então entra em cena com posicionamentos mais fortes e assumindo a posição de algoz de Lula e duro crítico da corrupção.
“A resposta aos avanços efêmeros de criminosos não pode ser a frustração, mas, sim, a reação, com a votação e aprovação no Congresso das PECs [propostas de emendas à Constituição] para permitir a execução em segunda instância e do pacote anticrime”, escreveu Moro neste domingo (10) em rede social.
A mensagem do ministro foi publicada com uma foto de um outdoor com apoio às suas iniciativas –de um lado aparece Moro e de outro, Bolsonaro. “Toledo e o Brasil apoiam o pacote anticrime do ministro Sergio Moro”, diz o cartaz.

Apesar do silêncio de Bolsonaro sobre a decisão do STF, Moro lamentou o “revés” do resultado do julgamento –que terminou em 6 a 5 contra a execução antecipada da pena–, ao dizer que “lutar pela Justiça e pela segurança pública não é tarefa fácil”.

O ministro da Justiça afirmou que a jurisprudência da corte deve ser respeitada, por isso virou seu foco para o Congresso.

No sábado (9), Lula havia chamado Moro de “canalha”. Ele dissera também que o procurador Deltan” Dallagnol montou uma “quadrilha” no comando da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. Moro, em seguida, foi ao Twitter: “Aos que me pedem respostas a ofensas, esclareço: não respondo a criminosos, presos ou soltos. Algumas pessoas só merecem ser ignoradas”.

Essa atuação de Moro é de grande importância para o Planalto. Interlocutores do presidente avaliam que, além de ser mais popular do que Bolsonaro, como mostram pesquisas de opinião, Moro tem mais legitimidade para mobilizar protestos contra Lula e a alegada suspeição do ex-juiz nos casos envolvendo o petista.

A defesa do ex-presidente questiona a imparcialidade de Moro na condução da Lava Jato. O caso deve ser julgado neste mês na Segunda Turma do Supremo. Esse julgamento, que pode anular a condenação do tríplex, tornaria

Lula novamente elegível, o que representaria uma ameaça a Bolsonaro em 2022.

O entorno do presidente diz acreditar que a pressão popular pode convencer o ministro Celso de Mello, cuja posição ainda é uma incógnita, a não votar pela suspeição de Moro.

Para o Planalto, no entanto, os sinais emitidos recentemente pelo decano não são animadores. No final do mês passado, ele afirmou que o vídeo publicado por Bolsonaro em uma rede social, no qual compara o STF a uma hiena, evidencia que “o atrevimento presidencial parece não encontrar limites”.

Além de Moro, Heleno, por exemplo, tem saído em defesa do governo. Esses movimentos são a resposta, segundo interlocutores do presidente, a uma perda de espaço de Bolsonaro. No fim de semana, com o discurso inflamado, Lula ocupou espaço majoritário nos veículos de comunicação e conseguiu, segundo análises internas do Planalto, maior adesão que Bolsonaro em sua arena favorita: as redes sociais.

A defesa é que o presidente não pode abrir mão de capitanear a narrativa sobre seu próprio governo. O plano de ação é defendido principalmente por integrantes do núcleo ideológico, formado por seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Ele, porém, tem ganhado apoio também no grupo moderado, formado por integrantes da cúpula militar, para os quais as críticas do petista “ameaçam a ordem social”.
No sábado, o Planalto começou a monitorar o risco de protestos pelo país. Bolsonaro recebeu no Palácio da Alvorada integrantes da cúpula das Forças Armadas para discutir o assunto.

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Um dia depois de atacar Lula, Bolsonaro diz que não vai polemizar com o petista

Em meio ao acirramento político brasileiro após a soltura do ex-presidente Lula (PT), o presidente Jair Bolsonaro (PSL)  disse que não iria polemizar com o petista. “Não vou polemizar. Ele continua condenado”, disse.

A declaração foi dada na manhã desta segunda-feira (11) momentos antes de entregar 4.100 unidades habitacionais em Campina Grande, na Paraíba.

Bolsonaro não quis falar sobre a possibilidade de o Congresso aprovar uma PEC (proposta de emenda à Constituição) para que condenados em segunda instância possam começar a cumprir a pena.

Lula foi solto na última sexta (8), beneficiado por um novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) segundo o qual a prisão de condenados somente deve ocorrer após o fim de todos os recursos. O petista, porém, segue enquadrado na Lei da Ficha Limpa, impedido de disputar eleições.

“Eu não voto. O Parlamento tem completa independência”, declarou Bolsonaro.

Após o evento, que teve a presença apenas de convidados, o presidente saiu sem falar com a imprensa.

Discursando para uma plateia formada por apoiadores e famílias que vão morar no conjunto habitacional, não tocou no nome de Lula. Foi aclamado como “mito”e finalizou o discurso mandando um longo “ihu”.
No sábado (9), ao retornar ao reduto de origem do PT, a região do ABC Paulista, o ex-presidente fez um duro discurso contra a Lava Jato e o ex-juiz Sergio Moro, atacou a política econômica do governo federal e se referiu à gestão de Bolsonaro como de milicianos.

No mesmo dia, pela manhã, Bolsonaro havia partido para o ataque. Sem citar o nome do petista, enalteceu o papel do ex-juiz e ministro da Justiça, Sergio Moro, na Lava Jato e pediu aos seus seguidores que não deem “munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”. Moro foi o responsável pela condenação que levou Lula à cadeia.

“A grande maioria do povo brasileiro é honesta, trabalhadora, e nós não vamos dar espaço nem contemporizar com um presidiário. Ele está solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas”, disse o presidente.
Durante o discurso em Campina Grande, nesta segunda, Bolsonaro disse que o Nordeste mora no coração de todo mundo. Aproveitou a ocasião para fazer um afago ao ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

“Ele não é mais patrimônio de Campina Grande. É patrimônio do Brasil. Ele tem mais 40 anos para trabalhar para todos nós”, afirmou o presidente. Cássio chegou atrasado ao evento e, quando subiu no palco, prestou continência a Bolsonaro.

“Nunca esperei nem ser vereador, depois fui ser deputado federal, fui candidato a presidente, sem um grande partido e fundo partidário. Grande parte da mídia estava nos criticando”, disse Bolsonaro durante o discurso. No palco, entregou chaves das casas a famílias que vão ser contempladas.

O presidente disse que o quadro político no Brasil melhorou. “Temos aprovado muita coisa na Câmara e no Senado. Tenho grandes sonhos e o maior vai ser entregar um Brasil bem melhor daquele que recebi em janeiro deste ano com problemas éticos, morais e econômicos.”

Campina Grande é uma importante base eleitoral de Bolsonaro no Nordeste. O prefeito Romero Leal (PSD) é aliado fiel do presidente. Empolgado, o presidente chegou a chamá-lo de governador.
Bolsonaro venceu as eleições na cidade nos dois turnos. No primeiro turno, obteve 50,61%, contra 20,63% de Fernando Haddad (PT), o segundo colocado. No segundo turno, teve 56,3% dos votos válidos, contra 43,7% do petista.

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), que integra o bloco de governadores nordestinos que faz oposição a Bolsonaro, não foi ao evento. A vice-governadora, Lígia Feliciano, foi vaiada ao tentar discursar.

Em julho, Azevêdo foi puxado para o meio do ringue presidencial após Bolsonaro tentar ressignificar a frase em que chamou todos os governadores do Nordeste de “paraíbas”.

Depois da reação negativa ao teor da conversa, que vazou durante encontro com correspondentes internacionais no início de julho, Bolsonaro afirmou que tinha feito uma crítica específica ao governador paraibano e ao do

Maranhão, Flávio Dino, que, segundo ele, vivem “esculhambando e se apropriando de obras federais”.

Em resposta, Azevêdo disse que não descia ao nível de disputa do presidente.

O conjunto habitacional Aluízio Campos, com 4.100 unidades, foi aprovado em 2013 e começou a ser erguido em 2015, como parte do programa Minha Casa Minha Vida, durante o segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

O investimento do governo federal é da ordem de R$ 300, com contrapartida de R$ 30 milhões da prefeitura de Campina Grande.

Por questões burocráticas na assinatura dos contratos, a inauguração do conjunto já havia sido adiada duas vezes. Quando Bolsonaro foi eleito, as obras estavam em estágio bastante adiantado.

Em 2017, o então presidente, Michel Temer (MDB) esteve no local para visitar as obras.

O Aluízio Campos conta com três creches, duas escolas, dois postos de saúde, dez academias, um centro de referência de assistência social da prefeitura, seis salões de eventos e ciclovia.

Tem ainda ciclovia, 75 ruas pavimentadas, adutora própria e uso de energia solar. A estimativa é que 20 mil pessoas morem no conjunto, que será maior em número de habitantes do que 85% dos municípios paraibanos.

Lula estava preso desde o dia 7 abril de 2018 em uma cela especial da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O local mede 15 metros quadrados, tem banheiro e fica isolado no último andar do prédio. Ele não teve contato com outros presos, que vivem na carceragem, no primeiro andar.

A pena de Lula foi definida pelo Superior Tribunal de Justiça em 8 anos, 10 meses e 20 dias. O petista foi condenado sob a acusação de aceitar a propriedade de um tríplex, em Guarujá, como propina paga pela OAS em troca de três contratos com a Petrobras, o que ele sempre negou.

O caso ainda tem recursos finais pendentes nessa instância antes de ser remetido para o STF. O Supremo, porém, pode anular todo o processo sob argumento de que o juiz responsável pela condenação, Sergio Moro, não tinha a imparcialidade necessária para julgar o petista naquela situação. Mas ainda não há data marcada para que esse pedido seja analisado.

Além do caso tríplex, Lula foi condenado em primeira instância a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem no caso do sítio de Atibaia (SP). Essa condenação também pode ser anulada porque a defesa apresentou suas considerações finais no processo no mesmo prazo de réus delatores.

O ex-presidente ainda é réu em outros processos na Justiça Federal em São Paulo, Curitiba e Brasília. Com exceção de um dos casos, relativo à Odebrecht no Paraná, as demais ações não têm perspectiva de serem sentenciadas em breve.

Teatro Guaíra terá programação especial de fim de ano

Dança, música e teatro marcam a programação de fim de ano do Centro Cultural Teatro Guaíra. Entre as atrações há a estreia de João e Maria, montagem especial da Escola de Dança Teatro Guaíra, com mais de 100 alunos em cena. Já a Orquestra Sinfônica do Paraná apresenta cinco concertos até o fim de dezembro, incluindo o espetáculo My Fair Lady, com 14 trechos do musical clássico, que será cantado ao vivo em português.

O Balé Teatro Guaíra remonta O Lago dos Cisnes, sucesso de público e crítica em 2018, com público de 25,8 mil pessoas e 13 sessões esgotadas antecipadamente. Para fechar a temporada, o G2 Cia. de Dança celebra 20 anos apresentando dois aclamados trabalhos: La Cena e Blow Elliot Benjamin. Nos últimos anos, o grupo vem desenvolvendo uma técnica inovadora que une dança, teatro e música.

A programação pode ser conferida no site do Teatro Guaíra.

Desafio Braves tem novos obstáculos para a última edição do ano

A última edição deste ano do Desafio Braves, principal corrida de obstáculos do país, acontecerá no dia 30 de novembro (sábado), em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O evento terá como novidade a tirolesa outros obstáculos que foram atualizados como o Cargo Net, onde os participantes terão que passar por dentro dos pneus no topo.

Segundo o organizador do evento, Leandro Silva, os novos e os obstáculos atualizados vão atrair diferentes públicos. “Estamos sempre inovando para tornar o evento ainda mais atraente para os participantes. Tenho certeza que todos vão curtir muito as novidades”, disse Silva.

As provas em disputa são; Kids, For Fun (6 km) e Elite (10 km), Light (3 km) e Super Elite (10 km) com coletes com pesos.

Na categoria Super Elite os atletas correrão com um colete com placas de aço de 20lbs para homens e 15 lbs para mulheres, respectivamente, que simulam o peso de uma mochila do exército americano. “Será uma prova pesada em que poderemos identificar quem são os melhores do Brasil na modalidade”, segundo o organizador do evento, Leandro Silva.

As inscrições para o Desafio Braves vão até o dia 24 de novembro e podem ser feitas pelo site.

Nova espécie de inseto é descoberta no litoral do Paraná

Uma nova espécie inseto foi descoberta, por um aluno de pós-graduação em Entomologia da UFPR (Universidade Federal do Paraná), na Reserva Natural Guaricica, administrada pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), em Antonina, no litoral do Paraná. A nova espécie de cigarrinha, cuja descrição foi publicada na revista científica European Journal of Taxonomy, tem entre 6 e 7 milímetros de comprimento, apresenta coloração marrom com manchas pretas no tórax e pode ser encontrada nos Estados do Paraná e Rio de Janeiro.

O novo gênero recebeu o nome científico de Guaricicana, em homenagem ao local onde foi descoberto. A espécie foi capturada com o uso de uma armadilha luminosa instalada na copa de uma árvore, a 15 metros do solo. Os insetos são atraídos pela luz e retirados após duas horas de exposição.

A nova espécie pertence a um grupo conhecido como cigarrinhas que pertencem à família Cicadellidae.“Esse grupo possui uma característica de produzir sons que são inaudíveis para nós sem ferramentas que os captem e amplifiquem. Machos e fêmeas adultos localizam um ao outro através de sinais vibracionais produzidos por órgãos produtores de som na base do abdômen, chamados timbales”, explica Alexandre Cruz Domahovski, um dos autores do estudo.

Ele relata ainda que as cigarrinhas são confundidas com as cigarras que pertencem a outra família, chamada Cicadidae, em que apenas os machos produzem um potente som, facilmente escutado pelos humanos.

Já a espécie foi nomeada como borgesi, em referência ao diretor-executivo da SPVS, Clóvis Borges. “É sempre motivo de estímulo para todos os colaboradores da SPVS notícias sobre novas descobertas de espécies nas nossas Reservas Naturais. A homenagem realizada pelos pesquisadores além de muito bem recebida, demonstra também como a sinergia de esforços complementares em prol da conservação da natureza geram resultados positivos”, ressalta Borges.

A Reserva Natural Guaricica protege 8,7 mil hectares de vegetação nativa e está inserida na Grande Reserva Mata Atlântica, o maior remanescente contínuo do bioma. O professor e orientador de Alexandre e um dos autores do artigo, Rodney Cavichioli, conta que durante seis anos de pesquisa no local já foram registradas 46 espécies pertencentes a 21 gêneros diferentes, sendo 22 espécies inéditas e um novo gênero.

Ele explica ainda que até o momento, apenas três espécies e um gênero novo foram descritos: a Nullana albinoi, a Nullana sakakibarai, descobertas em 2017, e agora a Guaricicana borgesi. “Sabemos que, devido ao ótimo estado de conservação da Reserva, a biodiversidade existente lá é enorme e que, provavelmente, nunca conheceremos todas as espécies que vivem lá. Mas saber que registramos tantas novas espécies já é um orgulho para nós”, ressalta Cavichioli.

carro cai de ponte e bebê morre

Bebê de seis meses e homem morrem após carro cair de ponte no PR

Um bebê, de seis meses, e um homem, de 40 anos, morreram após o carro que eles estavam cair de uma ponte em uma estrada rural, no município de Salto do Lontra, na região sudoeste do Paraná. De acordo com a Polícia Militar, o acidente aconteceu no fim da tarde deste domingo (10).

Ao todo, seis pessoas estavam dentro do carro, todas da mesma família. Conforme a PM, elas voltavam de um almoço na casa de parentes, quando o carro caiu de uma ponte de madeira em um rio.

O homem, que dirigia o carro, morreu no local do acidente. Já o bebê chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

As outras vítimas – duas mulheres, uma adolescente, de 14 anos, e um menino, de quatro anos – tiveram ferimentos leves. Ambos foram encaminhados ao Hospital Municipal de Francisco Beltrão.

A polícia vai investigar as circunstâncias do ocorrido.