“Pokémon Go”: ginásio virtual fica dentro de ala restrita de hospital

Jordana Martinez


A chegada do game gratuito de realidade aumentada “Pokémon Go” trouxe alguns problemas à rotina do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.

Uma área restrita da instituição é apontada como um ginásio, os chamados centros de treinamento dos grandes mestres pokémon.

Segundo a assessoria de imprensa, o ponto de jogo afeta o atendimento e coloca em risco a segurança, visto que muitos jogadores podem procurar a instituição. A direção do Hospital Pequeno Príncipe está tomando providências junto à Niantic e a Pokémon Company, responsáveis pelo game, para garantir a retirada da entidade do mapa do jogo. Com mais de 300 mil atendimentos ambulatoriais por ano, a instituição preza pelo cuidado a seus pacientes e pede a compreensão de todos os fãs do Pokémon Go.

Aos usuários do game gratuito, disponível para smartphones Android e iOS, ficam algumas dicas importantes repassadas pela American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS) através da campanha “Deadwalker Digital”, que visa oferecer dicas de como se divertir virtualmente de maneira segura.

Confira:

1 – Concentre-se em tudo ao seu redor: pessoas, objetos, obstáculos.
2 – Quando for atravessar uma rua ou entrar em um cruzamento, mantenha os olhos no entorno, e não no celular.
3 – Sempre espere o sinal de trânsito para atravessar uma rua.
4 – Preste atenção nos pedestres, carros e motos enquanto se locomove.
5 – Quando chegar a um meio-fio, olhe para cima, não para baixo.
6 – Pare ou saia do caminho dos outros pedestres se precisar usar o seu telefone celular.
7 – Evite o uso de fones de ouvido ou ajuste o volume para um volume que permita ouvir o tráfego e as coisas ao seu redor.

A revista Pais & Filhos preparou um conteúdo especial de orientações sobre a utilização do Pokémon Go pela garotada. A publicação destaca que deixar as crianças saírem pelas ruas jogando não é seguro. Elas podem ficar tão concentradas no jogo, que acabam não prestando atenção no que ocorre em sua volta. Tal comportamento pode causar acidentes.

Outro ponto importante: tudo em excesso faz mal. Os pais precisam limitar o tempo que os filhos brincam com o game (e também dar o exemplo se forem adeptos). Não é só o adulto dizer não para a criançada e sair por aí loucamente e em qualquer horário capturando Pikachus. Fica a dica.

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Profissional multimídia com passagens pela Tv Band Curitiba, RPC, Rede Massa, RicTv, rádio CBNCuritiba e BandNewsCuritiba. Hoje é editora-chefe do Paraná Portal.
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