Superstições de ano-novo: crenças que fazem parte da evolução da humanidade

Redação


Rádio Bandnews Curitiba

As superstições fazem parte da história da humanidade e acompanham as gerações. Na virada de ano, muitas acabam ganhando destaque, entre elas estão as cores das roupas e os alimentos escolhidos a dedo pra compor a ceia.

Há crenças muito ligadas a espiritualidade. Nas casas de fumo e artigos religiosos as vendas nesse período costumam aumentar bastante. Em uma loja que fica no centro de Curitiba o que tem vendido mais no mês de dezembro são os incensos e defumadores. O proprietário, João Alves de Antunes, conta que os clientes vão atrás daqueles que afastam mal olhado, trazem harmonia e dinheiro! E ele ressalta que a superstição, aliada a uma boa oração, dá certo!

Embora não tenham explicação, as crendices participaram da evolução humana. Isso porque, nos primórdios da humanidade, os indivíduos que faziam associações entre causa e efeito, mesmo sem ter nenhuma explicação racional para isso, tinham mais chance de sobreviver. O psicólogo Dionísio Banaszewski explica que muitas crenças nasceram do questionamento do ser humano às situações vivenciadas no dia a dia.

O psicólogo alerta para o limite entre o saudável e o doentio. Quando as superstições extrapolam o bom senso e tornam a pessoa escrava de certas atitudes, ai sim é bom se preocupar e procurar ajuda.

Independente de qual seja crença, o fato é que a virada de ano é um momento especial pra todas as pessoas, principalmente pra fazer um balanço do que passou e traçar as metas para os meses que estão por vir.

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