Três presos temporários da Operação Carne Fraca tem as prisões renovadas por mais cinco dias

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Jordana Martinez - 22 de março de 2017, 17:52

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Três dos 11 presos temporários da Operação Carne Fraca tiveram as prisões renovadas por mais cinco dias, a pedido da Polícia Federal. O juiz Marcos Josegrei, da 14ª Vara Federal, decidiu manter preso Antonio Garcez Junior, Bandizio Dario Junior e Rafael Nojiri Gonçalves. Rafael é filho de Daniel Gonçalves – ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura no Paraná, considerado o chefe do esquema criminoso. No despacho em que renova as prisões dos três investigados, Josegrei determina que os servidores públicos soltos devem ser afastados dos cargos e proibidos de ingressar em qualquer unidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A Polícia Federal, atendendo a uma determinação da Justiça, protocolou nesta terça-feira (21) uma espécie de balanço dos mandados de prisão cumpridos na Operação Carne Fraca. São 11 pessoas presas temporariamente – apenas três delas tiveram as detenções prorrogadas por mais cinco dias; oito investigados deixam a prisão desde a madrugada de hoje (quarta, 22). A Polícia Federal ainda não confirma se todos já deixaram a carceragem.

No documento assinado pelo delegado Roberto Biasoli, a PF apresenta uma descrição completa sobre os mandados de prisão preventiva. 26 ordens foram expedidas, sendo que apenas uma pessoa está foragida. Segundo relatório da Polícia Federal, o empresário Nilson Alves Ribeiro provavelmente está no Paraguai. O filho dele, Nilson Umberto Ribero, se entregou nesta terça à PF em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, Fronteira com o Paraguai.