A desaceleração no autódromo: veja como será o novo bairro em Pinhais

Martha Feldens

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Uma “cidade” dentro  da cidade de Pinhais. Assim deverá ser o Bairru Parc, o mega-empreendimento imobiliário que será construído na área do Autódromo Internacional de Curitiba, que neste final de semana sediou a última corrida da Copa Truck 2021, competição vencida por André Marques,a categoria Geral, e Felipe Tozzo, na Super Truck. O empreendimento deve ser lançado no mercado no segundo semestre de 2022.

No lugar do ronco dos motores e da aceleração máxima, o que a área irá abrigar é um projeto que alia a moradia, o trabalho, os serviços e o comércio próximos uns dos outros. Feito em parceria com o escritório Jaime Lerner, o Bairru Parc ocupará 560 mil metro quadrados. Dessa área, 300 mil metros quadrados serão ruas, áreas verdes e equipamentos públicos. Os outros 260 mil metros quadrados serão ocupados por áreas comerciais, residenciais, de uso misto, se serviços e de lazer. Mas o maior espaço será mesmo residencial, em torno de 133 mil metros quadrados. E há uma previsão de 220 lojas no novo bairro e a circulação de cerca de 80 mil pessoas, entre moradores e trabalhadores, quando tudo estiver concluído.

O projeto prevê a preservação de parte do traçado do autódromo. No pacote devem vir várias soluções de sustentabilidade, como sistema de aproveitamento de água da chuva, pontos recarga para carros elétricos, iluminação pública com lumi nárias de LED de baixo consumo de energia, rede pública de w-fi e muita arborização.

Novo acesso de Pinhais a Curitiba, a contrapartida do empreendimento no autódromo

Como contrapartida para o município de Pìnhais, a empresa responsável pelo Bairru Parc, o grupo Bairru, investiu R$ 2,5 milhões em um projeto viário que permitirá novo acesso de toda a região a Curitiba e as áreas de influência a Colombo e Piraquara.

Segundo a empresa, hoje a área gera R$ 600 mil por ano de IPTU para o município de Pinahis. No futuro, com todos os imóveis previstos no projeto, deve chegar a R$ 5,6 milhões em IPTU e ainda gerar ISS das atividades de serviço. A previsão é de que nos seus três primeiros anos, o empreendimento já gere R$ 40 milhões em impostos, além de milhares de empregos nas fases de implantação e incorporação.

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