‘Cupom da diversidade’ é lançado para ajudar ONGs LGBTI+ de Curitiba

Redação

ONG LGBTI+ será beneficiada com cupom da diversidade

A campanha ‘Cupom da diversidade’, organizada por empreendedores de ‘O Pão que o viado amassou’, ‘O Hamburgay’, ‘Yag coffee’ e ‘Love Y Gin’, foi lançada na terça-feira (18) com o objetivo de arrecadar recursos para Organizações não Governamentais (ONGs) LGBTI+ em Curitiba.

Os cupons serão vendidos pela plataforma EBANX, ao custo de R$ 100,00, com direito a quatro vales de R$ 25,00 a serem utilizados em compras de comidas e bebidas em cada um dos quatro empreendimentos durante o mês de junho, período em que é comemorado internacionalmente o orgulho LGBTI+.

As empresas participantes, que têm causas direcionadas para essa comunidade, vão repassar o dinheiro arrecadado no ‘Cupom da diversidade’ para as ONGs trans ‘Grupo Marcela Prado’ e ‘Grupo Dignidade’, que tiveram aumento de demandas por conta da pandemia do nono coronavírus (Sars-CoV-2).

ONGs e empreendimentos LGBTI+ em Curitiba
‘O pão que o viado amassou’ é uma das empresas que disponibilizam o cupom. (Foto: Divulgação)

Durante o lançamento do cupom, foi assinado um termo de compromisso entre os dirigentes das ONGs e os empreendedores que vão repassar parte das vendas dos vouchers. Recursos também serão obtidos com a cerveja Stella Artois, que doou para a campanha 660 long necks para venda, cujo valor soma montante ao percentual arrecadado com as vendas dos cupons.

As pessoas poderão consumir no local ou pedir por delivery, de acordo com as instruções do regulamento de cada empresa.

Redes sociais (Instagram) dos empreendimentos

@opaoqueoviadoamassou

@ohamburgay

@yagcoffeeoficial

@loveyginbar

RECENTES CASOS DE CRIMES CONTRA HOMOSSEXUAIS NA REGIÃO SUL

A Polícia Civil do Paraná procura um suspeito de cometer três latrocínios contra homossexuais em Curitiba e em Abelardo Luz, em Santa Catarina. Na semana passada, os quatro empreendimentos assinaram uma nota conjunta que repudia qualquer manifestação de homofobia e solidariza as famílias das vítimas LGBTI+.

As pessoas envolvidas no projeto alertam que, a cada 37 horas, uma pessoa LGBTI+ faz um boletim de ocorrência no estado por crimes de homofobia.

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