Startup de Maringá finaliza processo de aceleração em empresa do Vale do Silício

Redação

startup de Maringá em aceleração no Vale do Silício

A Datlo, startup de Maringá que oferece serviços de geomarketing, finalizou o processo remoto de aceleração de três meses na empresa Y Combinator, que fica no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A plataforma compila dados de bases públicas e considera território e hábitos de consumidores locais para ajudar empresas em estratégias e políticas de negócios.

Nos 12 meses que antecederam a aprovação na aceleradora, a startup já havia crescido dez vezes. E nos três meses participando do processo, que começou em junho, triplicou de tamanho. Com o investimento de US$ 125 mil da aceleradora, um dos primeiros passos rumo ao crescimento será ampliar a equipe.

Hoje, a empresa conta com 14 pessoas e há quatro vagas abertas. A expetativa é que, em breve, esse número seja de 50 colaboradores, além de uma possível mudança de sede. “Nosso sonho era a Y Combinator. Conseguimos. Ficamos desanimados depois da entrevista porque achamos que tivemos mal desempenho, mas deu certo. Agora nosso objetivo é manter um rito agressivo de crescimento”, comemora o CEO Mateus Felini.

O negócio iniciou em 2019, depois de Mateus Felini atuar no mercado como consultor ambiental. O empreendedor buscava informações para oferecer aos clientes, mas decidiu aplicar tecnologia para dar escala ao negócio. Atualmente, a startup tem clientes no Brasil todo e atende empresas multinacionais que realizam operações em solo brasileiro. “Nossa versão atual foi criada em setembro de 2020. Todo crescimento que tivemos foi a partir disso. Antes éramos MVP”, conta.

Nessa jornada, Felini destaca a participação na aceleração na EVOA, aceleradora de Maringá, que tem o Sebrae/PR como um dos realizadores. “A experiência foi importante para atingirmos os resultados de hoje. Isso e a proximidade com o Sebrae ajudaram a chegar onde estamos”, diz.

O consultor do Sebrae/PR, Nickolas Kretzmann, ressalta que quem busca consultorias, apoio e mentorias, bem como outras ofertas do ecossistema local de inovação, ganha repertório, que é o mais necessário na jornada. “Não é tão fácil assim como às vezes pode parecer. No caso da Datlo, só eles sabem o quanto foi puxado. Mas com dedicação, criatividade e apoio, tornarem-se uma startup maringaense de classe mundial”, observa.

“Nosso papel é fomentar startups desde a fase de ideação. Acompanhamos o crescimento, monitoramos e participamos do programa de aceleração na EVOA nesse apoio para o desenvolvimento dos negócios”, acrescenta o consultor.

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