A depressão

Renato Follador


Você, amigo ou amiga, que me acompanha todo dia aqui já passou por momentos de tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações de humor, sentimento de culpa e baixa autoestima, além de distúrbios do sono ou do apetite, tudo ao mesmo tempo?

Se a resposta é sim, você pode estar com depressão. Você e 500 milhões de pessoas no mundo, ou 7% da população mundial.

E isso é muito, mas muito importante, porque segundo a Organização Mundial da Saúde, o mal diminui 9,8% do total de anos de vida saudável de uma pessoa.

Olha, a vida é uma benção e muito importante para desperdiçar 10% dela.

Esse transtorno mental comum, para o qual tempos atrás não se dava muita importância, incapacita os atingidos pela doença, provoca crise de pânico e, em casos extremos, pode levar ao suicídio. Rouba da pessoa, da família e até da economia a energia e talento do doente. Sim, porque é uma doença.

Certa vez li que as mulheres vivem mais que os homens também porque, diferente deles, vão periodicamente ao médico e ao menor sinal de doença não hesitam em se tratar. Em pesquisa recente, em grupos de 10 mulheres, 8 compareceram a consultórios médicos no ano anterior. Entre os homens, metade, só 4.

Nós homens temos que aprender com elas e não podemos ter menos, e nem pior, vida, quando a pesquisa e a tecnologia na medicina e na produção de medicamentos pode nos possibilitar qualidade de vida.

Avida é muito para ser cuidada pouco.

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