Beleza e Paciência

Renato Follador


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Um amigo meu diz que qualquer casamento se resume a duas palavras: beleza e paciência.

Se der certo, beleza, se não, paciência!

Ilações e brincadeiras a parte, a verdade é que, hoje em dia, ninguém pode afirmar que uma relação será duradoura. Já não basta o amor, diante das dificuldades, da intolerância, da independência, do individualismo e das possibilidades e ritmo da vida atual.

Há cinquenta anos, o casamento era até que a morte nos separe. Hoje, é até que a vida nos separe.

Por isso, uma mulher não pode mais depositar seu futuro só na relação e na carreira do marido. Infelizmente, é a realidade.

E, felizmente, desde os anos sessenta do século passado, isso vem mudando.

Depois de criar os filhos e da menopausa, as mulheres, embaladas pela Bety Friedan e pelo movimento feminista, decidiram dar novo sentido e buscar novos objetivos para suas vidas. Quarentonas, cursaram faculdades, entraram no mercado de trabalho e moldaram as mulheres deste século.

E deu certo! Hoje, dirigem empresas, comandam nações e se aposentam com renda própria. De cada 100 aposentadorias concedidas pelo INSS, 50 já são de mulheres. E, na previdência privada, já representam também metade dos segurados.

Aliás, para quem não sabe, a previdência privada dos fundos de pensão não entra em inventário e é impenhorável.

Viva a independência das mulheres!

 

 

 

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