Charles Chaplin

Renato Follador


Gênio, mudo, brilhante, falando.
Charles Chaplin, filosofando sobre a auto-estima, nos deixou isso: quando me amei de verdade, percebi que minha angústia é um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje, sei que isso é autenticidade.
Parei de desejar que a minha vida fosse diferente, pois tudo o que acontece comigo contribui para o meu crescimento.
Hoje, chamo isso de amadurecimento.
Quando me amei de verdade, percebi como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém a realizar aquilo que desejo.
Hoje, sei que o nome disso é respeito.
Desisti de querer sempre ter razão e passei a errar menos.
Hoje, descobri a humildade.
Comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável: pessoas, tarefas e o que me pusesse para baixo. Parece egoísmo, mas é amor-próprio.
Deixei as culpas de lado, desisti dos projetos megalomaníacos.
Hoje, faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
O nome disso é simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar remoendo o passado, ansiando pelo futuro. Fico no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje, vivo um dia de cada vez. Isso é plenitude.
Acho que, finalmente, aprendi a viver!
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