Dinheiro foi feito para circular

Renato Follador


Muita gente sacrifica lazer, desejos, sonhos e projetos ao longo da vida, para acumular dinheiro, só pelo prazer de tê-lo, de considerar-se poderoso e rico. Que gente pobre de espírito!

O dinheiro que não circula, que não se transforma em coisas, não tem sentido. 

Um amigo meu, rico, diz que a herança vai deixar seus filhos muito bem.

Aí eu lhe pergunto: você realmente acha que, nos dias de hoje, dinheiro é o que de melhor podemos deixar para um filho? Na época de nossos avós, poderia ser verdadeiro, mas neste século, onde o que tem valor é conhecimento, informação, inovação, creio que a maior riqueza que podemos deixar para um filho é formação. É instrumentá-lo para competir nesse novo mundo mutante, onde tudo é novo só por 24 horas, onde o que se sabia ontem hoje não tem mais valor.

Minha experiência com gente que, em determinada época da vida, pegou muito dinheiro na mão, como quando sacou o FGTS, ou quando aderiu a um PDV da empresa, é que torraram tudo em pouco tempo, pois despreparados para geri-lo.

Assim, presente para filho, é dar-lhe garantia de futuro. Como a melhor formação acadêmica possível, custeada, por exemplo, por uma previdência privada. 

Isso é riqueza; e para sempre.

 

Acompanhe meus comentários diários também nas redes sociais @orenatofollador e nos Podcasts da Apple, Spotify e Deezer.

Previous ArticleNext Article
[post_explorer post_id="752575" target="#post-wrapper" type="infinite" loader="standard" scroll_distance="0" taxonomy="category" transition="fade:350" scroll="false:0:0"]