Fim de ano, hora de poupar e não de gastar

Renato Follador

Muitos me perguntam por que fazer uma previdência privada.

Simples: para, no futuro, receber sem precisar trabalhar. Tem coisa mais triste do que nunca poder parar de trabalhar? Dois terços dos aposentados do INSS se mantém no mercado de trabalho. Será que é porque gostam de trabalhar aos 65, 70 ou 75 anos?

Olha, só conheço gente bem aposentada, gozando a velhice, viajando e se divertindo se junto com a renda do INSS tem uma renda de um fundo de pensão.

Previdência privada, além de tudo, economiza imposto de renda. Isso mesmo. Podemos abater até 12% da nossa renda na hora da Declaração Anual. E o dinheiro investido num fundo de pensão ou num PGBL não paga imposto, diferente de um fundo de investimento, onde tem o chamado come-cotas, imposto que é descontado do rendimento a cada seis meses.


Vejam, sempre me procuram para fazer uma previdência privada e um projeto de vida em janeiro. Errado. Início de ano tem IPTU, IPVA, material escolar dos filhos, despesas das férias e a empolgação não dura muito.

O momento é agora, fim do ano, quando sobra um dinheirinho. Hora de poupar ao invés de só gastar. Poupar e gastar se conjugam da mesma forma, mas te conduzem por caminhos completamente diferentes na vida.

Agora, para quem torra o 13º., uma dica: jogue também na Loteria, pois só se for sorteado poderá ter uma velhice com conforto.

 

Post anteriorPróximo post
Comentários de Facebook