Gastar, poupar, investir

Renato Follador


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Finanças pessoais é tão importante que deveria ser ensinada nas escolas desde o primeiro grau. Afinal, vamos passar a vida inteira convivendo com juros e pagando 2, 3 vezes por algo que financiamos.

Quero que vocês reflitam comigo: quando o assunto é dinheiro, existe o gastar, o poupar e o investir.

Os dois primeiros, é obvio, são diferentes. O que a maioria das pessoas não sabe é que poupar é diferente de investir.

Vou dar exemplos: primeiro gastar. Vamos imaginar que a pessoa tenha R$ 80 mil e resolva colocar a família inteira num avião e fazer uma viagem de um mês ao exterior. Quando retorna, gastou tudo. Não sobrou nada dos R$ 80 mil. Perceberam.

O segundo exemplo é poupar. É quando você guarda dinheiro, mas, a priori, sabe que vai receber menos do que aplicou. É o caso da caderneta de poupança. Quando a SELIC está abaixo de 8,5%, a poupança rende 70% da SELIC. Logo, no ano passado deu 1,4%, que diante de uma inflação de 4,52% tornou você mais pobre, com menos dinheiro do que quando aplicou. Aplicou R$ 80 mil, um ano depois tem, em valores reais, R$ 77.500,00.

Outro exemplo de poupar é comprar um carro. Vamos usar os mesmos R$ 80 mil. Um ano depois, tirando desvalorização, IPVA, Licenciamento, Seguro, ele vale R$ 65.000,00. Ainda sobra dinheiro se vender, mas você perdeu quase 20%.

Por fim, investir. Exemplo, numa previdência privada. O Mais Futuro rende 11% em média ao ano, quase 6 vezes a SELIC.

Resultado, você terá muito mais do que aplicou.

 

 

 

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