Investir no exterior

Renato Follador


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Muita gente me perguntando se é uma boa investir no exterior.

Olha, isso é para investidor institucional, para quem tem muito dinheiro ou para quem administra dinheiro de muita gente como fundos financeiros e fundos de pensão.

Agora, tornou-se muito fácil investir lá fora pelos produtos disponíveis no mercado.

O investimento pode ser realizado por meio da Bolsa, a B3, ou bancos e corretoras locais do país onde será investido.

Uma aplicação pode ser via fundos de investimento, os ETFs, Exchange Traded Funds, que reúnem um conjunto de ações estrangeiras em um só ativo.

Outra são os BDRs, Brazilian Depositary Receipts, que são certificados que representam outro valor mobiliário emitido por companhias abertas estrangeiras. O investidor não investe diretamente nas ações da empresa e sim em títulos que representam essas ações no Brasil.

Um alerta é conhecer a situação econômica do país onde será investido o dinheiro e, lógico, há muito menos informações e conhecimento do que investir no Brasil.

Em relação aos Estados Unidos, hoje, o otimismo baseia-se no ritmo de vacinação lá e estímulos fiscais robustos de mais de U$ 1 trilhão.

Resumindo: investidor comum tem que investir primeiro no Brasil. Se já tiver investimentos sólidos aqui, vale aplicar lá fora, mas com a finalidade de diversificação e hedge, proteção, quanto à variação cambial, que tem apresentado intensa volatilidade.

Se perde aqui, ganha no câmbio e vice-versa.

 

 

 

 

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