Mudança

Renato Follador


Ontem, me pediram uma recomendação para as pessoas conseguirem viver mais.

Depois de refletir, respondi: a fonte da juventude chama-se ‘mudança’. É, mudança.

Especialmente neste triste momento, há tempo suficiente para refletir sobre isso.

Tem gente que vive de lembranças, enaltecendo o passado e criticando os novos tempos. As lembranças podem ser maravilhosas, mas não podemos pensar- nem dizer- que o tempo passado foi melhor, pois, assim, já condenamos o porvir sem conhecê-lo.

De fato, quem é escravo das lembranças e da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.
A única maneira de viver muito sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas. Num mundo cuja característica principal é a inovação, é estar aberto para ela.

Com as novas tecnologias, hoje não basta mais se adaptar a uma nova situação definitivamente, mas, sim, entrar num estado de permanente adaptação para poder enfrentar as complexidades da atualidade e aproveitar as potenciais oportunidades.

Mudar não é ruim. Mudar nos permite ver outras possibilidades, encontrar diferentes maneiras de viver. E, ainda, exercita nosso cérebro, desafiando-o a enfrentar novas e inusitadas situações.

Por isso, não rechace o novo, nem a mudança. Olhe sempre para a frente, para o futuro. Pois é lá que você vai passar o resto da sua vida.

 

 

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