Mulheres devem trabalhar menos

Renato Follador

Pesquisas do psicólogo sueco Svanborg confirmaram que mulheres que combinavam atividades no lar, maternidade e trabalho tinham um bem-estar psicológico e uma longevidade maior.
Antes do movimento feminista, a saída dos filhos do lar para casar- o chamado ninho vazio-, a menopausa e o fim da vida reprodutora eram uma ameaça à identidade feminina e causa de depressão.
Porém, a mulher moderna, ao empreender novas carreiras profissionais após essa fase, estimulou-se com outros desafios, com o empoderamento e passou a viver mais.
Desde a Segunda Guerra, a longevidade das mulheres aumenta duas vezes mais que a dos homens.
Nos EUA, no início do século passado, a esperança de vida ao nascer para homens e mulheres era quase a mesma: 1 ano de diferença a favor das mulheres.
Em 1950 aumentou para cinco, no início dos anos 2.000 para oito anos e, hoje, é de 10 anos.
Já no Brasil, hoje, a mulher vive, em média, 5 anos a mais. Como pode se aposentar 5 anos antes, dá 10 anos a mais de aposentadoria.
Olha, podem esperar, isso vai gerar uma grande discussão na reforma da previdência no ano que vem.
Minha proposta: as mulheres, já que, por mérito próprio, vivem mais, tem que ter a mesma idade de aposentadoria dos homens- 65 anos- mas 5 anos a menos de carência de tempo de trabalho, pela dupla jornada que exercem. Consultas sobre finanças e previdência: (41) 3013-1483.

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