O Egoísmo nosso de cada dia

Renato Follador

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O egoísmo nosso de cada dia
É o motorista que para o carro em fila dupla, só por um minutinho, ou que ocupa mais de uma vaga ou, pior, a vaga para um inválido.
O passageiro que entra no ônibus e corre para pegar o lugar vazio, sem olhar se tem algum idoso, mulher grávida ou com criança que precisaria trafegar melhor acomodada e com mais segurança.
É aquele que procura furar a fila na qual deveria permanecer como os demais que chegaram antes dele.
São os pais que não se importam se suas crianças estão fazendo bagunça e gritando no restaurante ou num local onde as pessoas tentam conversar.
O que prende a porta de elevador enquanto conclui a conversa ou se despede demoradamente sem se importar com os demais.
O torcedor que, para festejar a vitória do seu time, sai com seu carro buzinando pelas ruas, à noite quando a maioria dorme.
Infelizmente, há muitos exemplos de egoísmo explícito.
O egoísmo é um dos grandes males da humanidade. Por isso, é sempre bom combatê-lo; primeiro em nós
Há mais de 2.000 anos o mestre Jesus já ensinou a amar o próximo como a si mesmo.
Pena que muitos não tenham ainda aprendido.
Está mais do que na hora de mudar o egoísmo nosso de cada dia pelo altruísmo nosso de todos os dias.

Por Renato Follador,
Consultor em Previdência e Finanças.

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