O mito Olavo de Carvalho

Renato Follador


A frustração de chegar ao fim da vida, olhar para trás, e não enxergar nenhuma realização deve ser o pior sentimento. Uma vida vivida sem propósito, sem ter feito o bem, sem ter ajudado a alguém e a humanidade a evoluir deve representar o maior vazio que alguém pode experimentar.

Ao longo da vida encontrei muito engenheiro de obra nenhuma, normalmente travestido de acadêmico, de intelectual inacessível, de teórico da vida.

Não poucas vezes, são críticos contumazes, raivosos oradores, linguajar empolado e incompreensível, que vieram a esse planeta somente para atrapalhar, para impedir que os construtores, os idealistas realizadores coloquem em pé suas ideias para uma sociedade melhor e mais próspera.

Pois olho para esse ser desprezível de nome Olavo de Carvalho e percebo nele a síntese de tudo que falei.

Um covarde fracassado, um pessimista, que não sabe o que é uma palavra de apoio, um elogio sincero, uma opinião construtiva.

Desistiu do seu país ao abandoná-lo para vomitar regras distante, nos Estados Unidos, mas, pasmem, de lá influenciando não só nosso presidente, mas todo seu círculo de poder.

Com linguajar chulo, continua a atacar gente de bem, executivos consagrados e cidadãos da paz que, neste terrível momento, tentam ajudar o país e o mundo a sair dessa escuridão em que nos encontramos.

Olavo de Carvalho já morreu. Só está entre nós. E sem nenhuma obra que tenha beneficiado o povo brasileiro.

 

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