Os visionários

Renato Follador


Na ausência de líderes que nos façam sonhar, lembrei de algo que li que dizia assim: uma visão sem ação não passa de um sonho, uma ação sem visão não passa de passatempo, mas uma visão com ação pode transformar o mundo.

Os visionários com atitude são homens à frente de seu tempo. São os transformadores, os empreendedores, os inovadores, mas incompreendidos, pois vêm para derrubar as velhas estruturas, os pensamentos bolorentos e os métodos desgastados.

Oscar Wilde dizia que um sonhador é um solitário que só encontra seu caminho sob o luar e que, como castigo, percebe a aurora antes dos outros.

Pois é isso mesmo, incompreendidos no início, um Leonardo da Vinci, um Eisntein, um Gandhi, um Abraham Lincoln enxergaram antes e deixaram de mensagem um estilo em comum: sonhar, agir e nunca desistir. Nos mostraram a diferença entre ser transformador e ser medíocre.

O transformador pergunta: por que não? O medíocre só diz não.

O transformador diz: vamos encontrar a saída. O medíocre: não vai dar certo.

O transformador assume compromissos; o medíocre faz promessas.

Um transformador procura aprender com gente que sabe mais; um medíocre as ridiculariza.

Pena que a história faz justiça aos sonhadores e transformadores só depois de partirem, levando-os à eternidade. Enquanto isso, os medíocres que estão aí distraem a nossa atenção.

 

 

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