Poema da esperança

Renato Follador


poema da esperança1

 

Tempos de escuridão, de incertezas, de desalento.

Penso que, talvez, esse poema da esperança, que escrevi em outro tempo, ajude vocês, meus ouvintes queridos, a crer na força que há dentro de cada um de nós vinda de outra dimensão.

“Nem a tristeza, nem a desilusão, nem a incerteza, nem a solidão, nada me impedirá de sonhar.
Nem o medo, nem a depressão, por mais que sofra meu coração, nada me impedirá de continuar.
Nem o desespero, nem a descrença, muito menos o ódio ou alguma ofensa, nada me impedirá de viver e de perdoar.

Mesmo errando e aprendendo, nunca deixarei de lutar, de agradecer e de recomeçar.

Quero viver cada dia como se fosse o primeiro, como se fosse o último, como se fosse o único.

Quero viver o momento de agora como se ainda fosse cedo, como se nunca fosse tarde.

Quero manter o otimismo, conservar o equilíbrio, fortalecer minha esperança, recompor minhas energias, para prosperar todos os dias.

Quero caminhar na certeza de chegar, lutar na certeza de vencer, buscar na certeza de alcançar e saber esperar, para poder realizar todos os ideais do meu ser.

Enfim, quero ser o melhor de mim, para viver intensa e maravilhosamente, até o fim.”

Renato Follador

 

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