Sabedoria

Renato Follador


Sabedoria1

 

Um colega e amigo meu, Augusto Langa, me inspira com a história de um sábio, conhecido em todo o reino, que, com sua barba e cabelos brancos, era conhecido por nunca errar nos julgamentos.

Conta-se que um esperto tentou desmascarar o sábio. Pegou um pequeno pássaro na mão e chegou na praça onde o sábio estava sentado sobre o mármore. Coloca as duas mãos fechadas diante do sábio e pergunta: caro sábio, o que tenho nas mãos?

-O sábio responde: um pássaro.

-O esperto pergunta então: ele está vivo ou está morto? Se o sábio dissesse morto, ele simplesmente abriria a mão e o pássaro voaria. Ao contrário, se o sábio afirmasse que estava vivo, ele apertaria e o mataria, provando assim que o sábio errara.

O sábio responde então: “a decisão está em suas mãos”.

Pois é, sabedoria não se aprende, se adquire.

Essa história nos mostra, de um lado, a sabedoria, de outro, o livre arbítrio.

Para exercer o livre arbítrio é fundamental a sabedoria, para chegar à sabedoria é preciso praticar o livre arbítrio, pois os erros ao longo da vida nos ensinam, nos amadurecem, nos aproximam da Consciência Maior.

Existe uma forma de apressar a chegada: a humildade da observação e do aprendizado com os erros dos outros, porque a todo instante vemos exemplos de como não se comportar, de como não escolher caminhos errados, de como não prejudicar os outros e a nós mesmos.

De qualquer forma, a bondade divina nos deu a oportunidade de evoluir. Por bem ou por mal.

Nós escolhemos o caminho.

 

 

 

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