Sempre tem uma saída.

Renato Follador


Sempre tem uma saída.

Na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher nobre. Na verdade, o criminoso era uma pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um “bode expiatório” para acobertar o verdadeiro assassino.
O inocente, foi levado a julgamento, já esperando a forca.
O juiz, que também estava cooptado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo. 

Disse: sou também religioso e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Ele decidirá o seu destino.Vou escrever num pedaço de papel a palavra inocente e em outro a palavra culpado. Você sorteará um e aquele que escolher será o veredicto. Sem que o acusado percebesse, o juiz escreveu em ambos os papéis “culpado” e mandou o acusado escolher um. 

O homem pensou um pouco, teve uma intuição, pegou um dos papéis e rapidamente o colocou na boca e engoliu. 

Os presentes reagiram surpresos e indignados.”Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?”

–“É simples”, respondeu o homem; “basta olhar o outro papel que sobrou e saberemos que engoli o que estava escrito o contrário”.

Imediatamente o homem foi libertado.

Moral da história: por mais difícil que seja uma situação, sempre há uma saída. Depende de não se desesperar, refletir e não desistir até o último momento.

 

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