Governo terá 10 mil homens para enfrentar greve dos caminhoneiros

Pedro Ribeiro

Para ministro da Infraestrutura há infiltrados neste movimento, cuja data coincide com votação na Câmara e no Senado
greve dos caminhoneiros

Poucos dias antes da anunciada greve dos caminhoneiros, marcada para esta segunda-feira (1º), a Petrobras reajustou em 5% o litro do diesel. Foi como jogar gasolina no fogo para a liderança dos caminhoneiros autônomos que reivindicam melhores condições de trabalho e contra o aumento do preço do combustível.

Se o movimento vingar, será o caos para o país e para o governo do presidente Jair Bolsonaro, hoje mergulhado em trapalhadas na área da saúde no que se refere à vacinas, além de problemas na área econômica.

O CNTRC (Conselho Nacional o Transporte Rodoviário de Cargas), que marcou a greve dos caminhoneiros, reúne 40 mil trabalhadores em São Paulo e tem afiliados em outros estados. Mas, como são várias as entidades que representam a categoria, ainda não se sabe qual a dimensão da paralisação.

GOVERNO ACREDITA EM INFILTRADOS NA GREVE DOS CAMINHONEIROS

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirma que o governo federal garantirá pistas desbloqueadas e acredita que a adesão será baixa. “Poderemos ter algum ponto de paralisação, mas imediatamente resolveremos, pois o nosso efetivo será de 10 mil homens, incluindo todas as forças de segurança”.

Para o ministro, a greve dos caminhoneiros tem conotação política porque foi marcada justamente no dia em que haverá eleições na Câmara e no Senado. “A data pode até ser coincidência, mas existe gente infiltrada que quer a derrota do governo. Nós tomamos pau 24 horas por dias”.

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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