PARIIS CLUB é o novo estilo de vida curitibano baseado em paris

Janaina Chiaradia


In loco: transmitindo informações e compartilhando experiências

Nas entrelinhas do Direito, por André Cesar de Mello

Iniciando a semana, e uma matéria da série “nas entrelinhas do Direito”, se faz apresentar hoje, de maneira eficaz, afinal, precisamos refletir:

Falar, pensar e refletir, em prol de muito trabalho:

 PARIIS CLUB É O NOVO ESTILO DE VIDA CURITIBANO BASEADO EM PARIS

Na contramão da pandemia, empresários criam projeto que promete unir habilidades jurídicas empresariais e de estratégia empresarial no ramo do entretenimento.

A PARIIS CLUB, mais conhecida como PARIIS, nasceu da ideia originalmente frustrada de evento durante o período de pandemia e durante ela se tornou um projeto multiportas que vem ganhando corpo durante este período complicado em que o mundo vive.

Inicialmente, Pariis seria apenas um evento para a sociedade curitibana, trazendo conceitos da cidade francesa com um toque renascentista de moda e arte. Porém, com a chegada da pandemia do COVID-19, por questões de saúde pública os planos tiveram que ser alterados.

Foi aí que os empresários, sócios do Grupo Cunha & Mello e detentores da marca, resolveram inovar. O grupo conta com escritórios de advocacia renomados, em Curitiba, em Londres, em Orlando e Dubai, todos denominados de Cunha & Mello Law Firm, e visualizaram na crise do entretenimento causada pela pandemia, uma oportunidade.

Com o acontecimento de lives e o mundo cada vez mais digital, o grupo identificou um nicho de mercado fora do campo do entretenimento e sim do campo legal: o mercado de direitos autorais e processos administrativos. Isso porque muitas das personalidades envolvidas no entretenimento começaram a disseminar conteúdo em uma rede ainda pouco explorada por alguns.

“Nós identificamos que haviam muitos DJs, produtores, compositores que faziam lives, mas não estavam cadastrados a instituições como a UBC ou ao ECAD e, por isso, mesmo tendo visibilidade, acabavam por não monetizar seu talento”. – Diz Eduardo Darin, um dos sócios da marca.

Nesse intuito os empresários criaram um nicho para Pariis, denominado Pariis Radio. O projeto ainda inédito conta com a sabedoria dos escritórios da Cunha & Mello Law Firm em viabilizar a monetização dos novos talentos por meio de órgãos como ECAD e associações internacionais como UBC.

Nesta esteira, todas as lives, assim como as músicas utilizadas pela marca em suas campanhas, possuem o caráter de reconhecer produtores, escritores, compositores ao mesmo tempo em que abre uma janela de visibilidade para novos talentos, atuando dentro da lei, garantindo visibilidade, direitos e entretenimento.

Atualmente, mesmo ainda inédito, a marca já possui pré-contratos com mais de 6 músicos, entre compositores e produtores.

Foi dada vida à Pariis Radio por meio de concessão de créditos das músicas que são tocadas nos eventos, videos, lives e demais atos promovidos pela Pariis com os músicos parceiros. Isso ajuda a incentivar aqueles artistas ainda não descobertos que perdem de lucrar com sua arte desde o início de sua carreira.

Mas o projeto não parou por aí: foi criado um segundo nicho denominado Pariis Pods, um mercado muito prejudicado pelos impactos da Pandemia de COVID 19, iniciando-se uma busca sobre novas maneiras de agregar a marca. Foi assim que se observou uma forte onda de consumo por cigarros eletrônicos, conhecidos popularmente no Brasil como vapers.

Neste contexto a empresa foi ao mercado internacional e importou da França unidades de cigarros eletrônicos, todos produzidos sob encomenda e com alteração química. Foram retiradas a nicotina (altamente prejudicial à saúde) da fórmula original e desenvolvido um componente substituto a base de jambu, planta típica da região amazônica. Desta forma foi possível certificar o produto pela INCC (International Network of Nicotine Consumer). Por meio de uma técnica de flexografia, o produto se tornou envelopado o tornando a prova d’água (um dos principais pontos negativos desse mercado).

“Nós preparamos mais alguns produtos que vêm para consolidar a marca, como o Pariis Squad e HowZ, ambos ainda inéditos e que começaram a serem divulgados a partir do próximo mês” – Diz Eduardo Darin, um dos sócios do grupo.

Assim, a Pariis surge como uma alternativa de vida e entretenimento no período da pandemia gerada pelo COVID-19 com vários produtos, dentre eles pods, a Pariis Radio, Pariis Sqd e HowZ.

Previous ArticleNext Article
Jurista, Mestre em Direito, Professora, Palestrante e Escritora.
[post_explorer post_id="761990" target="#post-wrapper" type="infinite" loader="standard" scroll_distance="0" taxonomy="category" transition="fade:350" scroll="false:0:0"]