Power Rangers – Mentoria e Discipulado

Janaina Chiaradia


In loco: transmitindo informações e compartilhando experiências

Da série “Para Bellum”, por Orlando Carneiro Júnior, líder da célula Geek da Igreja Bola de Neve Curitiba, otaku, geek, potterhead ( fã de Harry Potter) e fã de  Star Wars

Mais um domingo abençoado, curtindo a escritas de Orlando, e seus convidados… Agradecemos ao Senhor por todas as oportunidades de enriquecermos os conhecimentos… Vamos aproveitar mais esse texto inspirador para a semana que se inicia!

Power Rangers – Mentoria e Discipulado

Power Rangers é uma série que marca gerações, dois de seus personagens mais conhecidos são Zordon e Tommy Oliver, sendo o último um dos personagens mais queridos para os fãs da saga. Em suas seis primeiras temporadas Zordon ocupa o papel de mentor dos rangers. Ensinando, exortando, fazendo-os ir além do que eles imaginaram.

E um dos momentos que mais chama a atenção é quando Tommy está para perder seus poderes de ranger verde e Zordon transfere parte de seus poderes e essência para Tommy continuar lutando. Tommy foi uma pessoa que começou de forma errada e terminou de uma forma surpreendente.

Sua jornada começou sendo corrompido por Rita Repulsa e se tornando o maligno ranger verde, nesse processo conseguiu voltar para o lado certo e desde então seguiu um caminho sendo conhecido como o ranger lendário, usando as cores verde, branco, vermelho e depois preto.

Em certo momento se viu ocupando o lugar que Zordon ocupou em sua vida. Se tornou o mentor dos Power Rangers Dino Trovão. Tudo que aprendeu com Zordon pode passar adiante para uma nova geração, suas vitórias, fracassos, medos, dúvidas e como superar isso. Ele podia falar com autoridade, pois passou por várias situações, venceu e pode transmitir esse aprendizado.

Sem perceber o discípulo se tornou mentor. Assim como esse exemplo, todos nós precisamos de mentores em nossa vida, mestres do conhecimento que tem muito a ensinar, se assim permitirmos. Precisamos aprender a caminhar ao lado de pessoas sábias e não nos envergonharmos por ter a sede do conhecimento.

E aquilo que aprendemos devemos transmitir para a próxima geração, nossas experiências, acertos e principalmente os erros, para que aprendam com os nosso e não com os deles. Transmitindo aquilo que foi colocado dentro de nós, pois, o aprendizado é um ciclo sem fim, inesgotável de oportunidades.

Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Mateus 28:19

Jesus respondeu: “Eu lhes digo a verdade: o Filho não pode fazer coisa alguma por sua própria conta. Ele faz apenas o que vê o Pai fazer. Aquilo que o Pai faz, o Filho também faz.

João 5:19

cosplay: Luciano Santana

 

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Janaina Chiaradia
Jurista, Mestre em Direito, Professora, Palestrante e Escritora.