O tiro no pé do vereador incoonsequente

PP, de Ricardo Barros, fecha acordo com o governador Ratinho Junior. O anuncio foi feito pela ex-governador Cida Borghetti e a deputada Maria Victória

Pedro Ribeiro - 09 de fevereiro de 2022, 10:29

O tiro no pé do vereador inconsequent

O vereador Renato Freitas (PT) quis, mais uma vez, 15 segundos de fama e deu um baita tiro no pé com a inconsequente invasão da Igreja do Rosário, em Curitiba, em plena missa onde fiéis faziam suas orações. 

A baderna repercutiu em todo o país e o PT saiu chamuscado pela falta de responsabilidade do jovem que, volta e meia, arruma confusão na capital paranaense. 

Isto pode custar seu mandato e a mobilização para sua cassação já está em andamento na Câmara Municipal. Em seu lugar entraria a suplente Ana Julia, ligada à deputada Gleisi Hoffmann.

Com dois dias de atraso, o governador Ratinho Junior usou as redes públicas para manifestar repúdio ao ato que classificou de ódio sem precedentes. Antes dele, o presidente Jair Bolsonaro pediu investigação sobre o episódio.

A invasão da Igreja do Rosário, no Centro Histórico de Curitiba, teria, como motivo, o assassinato do congolês Möuses Kabagambe, no ultimo dia 24, no Rio de Janeiro.

 

Vereadores de Curitiba anunciaram nesta segunda-feira  que vão pedir a abertura de processo de cassação do mandato de Renato Freitas (PT), que participou no sábado de ato na Igreja do Rosário, no Largo da Ordem, em Curitiba. 

Para o vereador Eder Borges, que pediu a cassação de Freitas, o vereador passou dos limites e cometeu crime.