A vacina como um sopro de esperança aos brasileiros

Pedro Ribeiro

CNI defende vacinação em massa

Mais parecia um tribunal de julgamento, a exemplo das enfadonhas reuniões decisórias do Supremo Tribunal Federal (STF). Quatro técnicos ou cientistas, se tornam os paladinos da nação ao decidirem sobre a vacina que dá esperança a um país onde sua população vem sendo vítima de uma das mais cruéis doenças dos últimos anos, ou de dois séculos, a covid-19.

Depois de quase um ano de sofrimento, onde o coronavírus acabou se transformando em instrumento de morte e político, não apenas no Brasil, como no mundo, surge uma luz de esperança na terra.

Confinados ou não, a população brasileira experimentou um sopro de alívio quando, efetivamente, a cidadã e enfermeira Mônica Calazans, 54, que trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Negra, ela é moradora de Itaquera, na zona leste da capital paulista. A vacinação ocorreu no Hospital das Clínicas.

A exemplo da Mônica, milhões de brasileiros deverão ser vacinados. No Paraná, o governo do Estado já montou a logística para vacinar paranaenses em todas as regiões do Estado. Portanto, negros, pardos, brancos ou amarelos, terão a oportunidade de injetar em seu corpo uma dose de esperança, de sobrevivência.

O resultado dessa vacinação de rebanho, no entanto, só vai aparecer nas pesquisas no final do ano, após a segunda dose. Mas é, enfim, um início. E que o dia 17 de janeiro de 2021 fique marcado como o dia da imunização contra o coronavírus, ou o vírus destruidor.

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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