As opções de parlamentares para oxigenar o Renda Brasil

Pedro Ribeiro

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Com mais uma derrota do Palácio do Planalto em relação ao Renda Brasil, com recursos da educação e precatórios, e creditada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a Câmara e Deputados está sugerindo medidas como a alteração no limite do teto de gastos, a revisão de incentivos fiscais, taxação de grandes fortunas e mudanças na tributação como alternativas.

Os parlamentares defendem um debate sobre os incentivos fiscais que chegam a mais de R$ 400 bilhões e são fundamentais, neste momento em que o Brasil precisa encontrar espaço orçamentário para garantir um programa de renda”.

Também foi defendida votação da reforma tributária com uma alíquota de referência para o imposto sobre valor agregado. “Se mudarmos a tributação do PIS/Cofins sobre produtos mais nobres poderemos arrecadar mais R$ 8 bilhões”, sugeriu um parlamentar.

A deputada Professora Rosa Neide (PT-MT) acusou o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, de tirar o pão da boca das crianças. “Não podemos tirar de quem tem menos, tirando das crianças as condições de entrar na vida escolar e nela permanecer. Isso é uma afronta à educação brasileira”, discursou. “A educação em 2021 precisará de muito mais recurso, em função da pandemia, nos ajustes

Em defesa do governo, o deputado Bibo Nunes (PSL-RS) afirmou que o Renda Cidadã deve ajudar os brasileiros que ficarão em uma situação desesperadora após 31 de dezembro. “Não pensem que o presidente está querendo tirar dinheiro da educação, ou deixar de pagar precatórios. A preocupação é com os brasileiros que já perderam tudo, ou praticamente tudo, até o momento, e vão perder muito mais”, ponderou.

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Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal