Bolsonaro defende armas e ironiza os “especialistas em segurança” que caem no chão só de ouvirem o estouro de um traque

Pedro Ribeiro


 

Em Curitiba, onde participou da solenidade de inauguração do Centro Integrado das Polícias do Estado do Paraná, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a Medida Provisória sobre o porte de arma, que vem causando polêmica na Câmara Federal e também junto ao Supremo Tribunal Federal, onde a ministra Rosa Weber deu um prazo de cinco dias para que o Palácio do Governo explique a medida que considera inconstitucional. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também não concorda com a liberação de portes e armas o que, acredita, só aumentará a violência.

Bolsonaro elogiou a atuação do ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro, pelo seu empenho no combate à corrupção, destacou a presença de seu amigo de exército, o General Luiz Henrique Carbonell, secretário de Segurança Pública e o governador Ratinho Junior, o qual preferiu chamar de “governador Carlos Massa”.  O presidente destacou a redução da violência e criminalidade no Paraná que reduziu 25% neste ano em relação ao mesmo período do ano passado e insistiu na questão do porte de armas.

O presidente disse que o cidadão precisa ter direito à legitima defesa. “Nós temos que respeita a vontade popular. Não vamos recuar diante daqueles que se dizem especialistas em segurança e que basta soltar um traque de São João perto que cai no chão. Nós defendemos uma pena violenta e uma polícia de inteligência, um parlamento atuante e que nos dê o direito da defesa da vida e do nosso patrimônio. A vida do cidadão de bem não tem preço”, disse.

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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