Sintonia Fina - Pedro Ribeiro
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Bolsonaro garante liberdade e respeito à democracia e Haddad promete continuar a luta, defendendo o presidiário Lula

Ao lado de uma Bíblia, da Constituição e de um livro sobre a história de Churchil, o presidente eleito do Brasil, Jair B..

Pedro Ribeiro - 28 de outubro de 2018, 20:10

Ao lado de uma Bíblia, da Constituição e de um livro sobre a história de Churchil, o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, prometeu defender a Constituição, a Democracia e a Liberdade. Afirmou que governará o país com a ajuda de todos, reduzindo juros para viabilizar novos investimentos para gerar empregos e sinalizou com atenção especial aos jovens.

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Já o candidato derrotado, Fernando Haddad, manteve o mesmo discurso petista de sempre, sustentando que não admitirá ameaças e que para todos os 45 milhões de brasileiros que votaram nele não terem medo: “ Não tenham medo. Nós estaremos aqui. Nós estamos juntos. Nós abraçaremos a causa de vocês. Contem conosco. Coragem, a vida é feita de coragem. Viva o Brasil", disse.

Haddad, que também garantiu que lutará pela democracia e pela Constituição, derrapou em seu discurso ao não desejar sucesso ao vencedor do pleito, Jair Bolsonaro, que teve a maioria dos votos e focou seu discurso no compromisso de vida com o País. “Temos uma longa trajetória de militância. Conhecemos a cidadania em cada brasileiro e não vamos deixar esse País para trás. Vamos colocar ele acima de tudo, respeitando a democracia, mas sem deixar de colocar nosso ponto de vista. Tem muita coisa em jogo. Temos que compreender".

Enquanto Bolsonaro fez agradecimentos ao povo brasileiro em nome de Deus, Haddad voltou a defender as lideranças petistas, como o ex-presidente Lula, que, segundo ele, de olhos fechados à justiça, injustamente. Agradeceu a Dilma Rousseff e destacou a presença de Guilherme Boulos, um dos mais derrotados desta eleição que, como candidato à presidente pelo PSOL, não obteve 1% das votações.

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A transição começa nesta segunda-feira, garantiu o presidente Michel Temer que deixa o Palácio do Planalto no dia primeiro de janeiro de 2019