Butantan inicia produção da vacina Coronavac. Paraná não fez reserva

Pedro Ribeiro


Enquanto o presidente Jair Bolsonaro afirmava que a pandemia do coronavírus estava no finalzinho, o governador paulista, João Doria anunciava o início da produção nacional da vacina Coronavac, desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantã e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Doria informou ainda que 11 Estados já firmaram acordo com o Butantã ou negociam a compra do imunizante. Os resultados de eficácia da vacina ainda não foram apresentados à Anvisa e o governo manteve a previsão de que eles sejam divulgados até o próximo dia 15.

A produção local teve início na noite de quarta-feira, 9, na fábrica do Butantã em São Paulo.
Depois de concluído o processo de transferência de tecnologia da Sinovac para o Butantã, previsto para o fim de 2021, é que a produção poderá ser 100% nacional. Foram contratados 120 novos técnicos para trabalhar na produção da vacina, cuja fábrica passou a funcionar “24 horas por dia e 7 dias por semana”, aumentando sua capacidade de produção diária para 1 milhão de doses.

Serão 6 milhões de doses prontas e insumos para a produção de outras 40 milhões.

Os Estados que negociam a compra da Coronavac são Acre, Pará, Maranhão, Roraima, Piauí, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Sul. Ao todo, 276 municípios também já formalizaram o interesse na aquisição do imunizante e, de acordo com Dimas Covas, diretor do Butantã. (Informações com jornal O Estadão)

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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