Campagnolo lamenta “mão pesada da velha política” e tem a solidariedade do candidato João Arruda

Pedro Ribeiro


“Campagnolo conta com a minha solidariedade.  A nossa aliança não é fruto de traições, negociatas e apunhaladas nas costas. Na construção da nossa aliança, posso ter sido direto demais, mas sempre fui transparente com aliados e adversários. “ João Arruda

O empresário Edson Campagnolo, ex-presidente da Fiep diz, em conteúdo enviado à imprensa, que sempre pautou sua vida se envolvendo em discussões e ações em buscam o bem coletivo. Explica que participou de vários movimentos para melhorar as comunidades onde viveu, cobrando das autoridades providências para melhorar a infraestrutura e os serviços prestados à população.

Também se posicionou da mesma forma na vida como empreendedor, o que o levou a participar de associações empresariais. “O objetivo desse trabalho nunca foi beneficiar minhas empresas, mas sempre lutar por melhores condições para todo o setor produtivo. Foi justamente essa disposição que me levou à presidência da Federação das Indústrias do Paraná”.

Na Fiep, também pautei minha atuação na defesa de um melhor ambiente para a realização de negócios, o que se reflete em benefícios para toda a população, com a geração de empregos, renda e até mais recursos para a administração pública. Para mim, esse é o único caminho para que tenhamos uma sociedade mais justa, com oportunidades para todos.

Como se sabe, a grande maioria das ações necessárias para que isso aconteça depende de políticas públicas. Cumprindo o papel que cabe a lideranças à frente de entidades fortes como a Fiep, sempre cobrei de parlamentares e governantes a adoção de medidas que levem a um maior desenvolvimento do Paraná e do Brasil.

“Na curta caminhada desde que apresentei meu nome, pude sentir a mão pesada da velha política. Materiais apócrifos e notícias falsas, com o vazamento de documentos internos de uma disputa comercial, circularam no meio político numa clara tentativa de desqualificar aqueles que querem mudar a forma como a gestão pública é conduzida”.

Campagnollo explica que participou das ações na política porque esteve seguro que, com “minha experiência e meu histórico, tinha plenas condições de contribuir para um novo modelo de administração pública, que busque maior eficiência do Estado e o coloque, efetivamente, a serviço da sociedade”.

Finaliza analisando o cenário eleitoral onde “ decidi não mais me candidatar a nenhum cargo em disputa neste ano. Isso, no entanto, não significa que deixarei de lutar por um novo modelo de gestão pública. Como presidente da Fiep, função que reassumirei, e como cidadão que sabe que a mudança na política depende da participação ativa de toda a sociedade, seguirei cobrando nossos representantes e me colocando à disposição para auxiliar no que estiver ao meu alcance. Mantenho firme meu propósito, convicto de que posso contribuir para que o Paraná e o Brasil sejam cada vez mais prósperos e desenvolvidos, como merece a sua gente.”

Previous ArticleNext Article
Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal