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Candidatura Moro tem Instituto Rosângela Moro como suporte de apoio

Embora cedo, mas já começaram as articulações políticas para o lançamento do ex- ministro da Justiça, Sergio Moro, candi..

Pedro Ribeiro - 10 de maio de 2020, 09:05

Embora cedo, mas já começaram as articulações políticas para o lançamento do ex- ministro da Justiça, Sergio Moro, candidato à Presidência da República em 2022. O ex-juiz federal que prendeu o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva e deu um grande impulso no combate à corrupção no Brasil tem o apoio do grupo Muda Senado, no Senado Federal e começa articulações em todo o país para que ele dispute o Palácio do Planalto com Jair Bolsonaro.

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Reforço para a possível candidatura teve início dentro de casa, onde a esposa de Moro, Rosângela Moro criou o Instituto Rosângela Moro, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que objetiva impulsionar projetos de impacto social que melhorem a vida dos brasileiros. “Inspirados pela energia do nosso povo, vamos trabalhar para transformar nossa realidade, fazendo a ponde entre os que nutrem os projetos com recursos e aqueles que os nutrem com trabalho”, diz publicação assinada pela advogada.

Diante dessa movimentação, já acendeu luz vermelha no Palácio do Planalto, onde há temor de que Sergio Moro divida os votos da direita com Jair Bolsonaro. O chamado “gabinete do ódio”, instalado dentro do Palácio do Planalto e comandado por um dos filhos do presidente, já começou a se articular no sentido de frear as intenções de Moro.

O paranaense, de Maringá, não afirma e também não desmente se será candidato à Presidência da República, mas, neste momento, está sondando a vertiginosa queda de Bolsonaro com suas intransigências e até pouco caso em relação à Covid-19.

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Enquanto o país de 10 mil mortes, o presidente brinca de Jet Ski no Lago Paranoá e sinaliza com churrasco festivo em meio à pandemia como se fosse, realmente, o que sustenta, uma “gripezinha”.

Embora ainda tenha a maioria dos votos no país, Bolsonaro resolveu agora desafiar o Supremo Tribunal Federal e se aliar às velhas raposas da política, o Centrão, que ele hostilizou durante sua campanha e depois de eleito. Também brigou com o Congresso Nacional e com o mundo científico.

Se continuar nessa toada, vai chegar desgastado no final de 2021 e com dificuldades para se reeleger em 2022.