Começa a cair a máscara do delator Nelson Leal Junior que acusa sem fundamento

Pedro Ribeiro


Aos poucos vai caindo a máscara do delator Nelson Leal Junior que se lambuzou com dinheiro público enquanto diretor-geral do DER, recebendo propinas das concessionárias do pedágio nas rodovias paranaenses. Réu confesso de participação em falcatruas, Leal Junior acabou colocando pessoas honestas no seu caderno negro e terá que arcar com as conseqüências. Um desses cidadãos é o ex-presidente da Agepar e ex-diretor –geral do DER, engenheiro Antonio Correa Ribas que tem, em mãos, uma declaração da própria Agepar onde esclarece que durante sua  gestão nenhum Termo Aditivo aos contratos do pedágio foi aprovado, desmentindo, portanto, o delator que o envolveu.

Ribas, que também presidiu a Itaipu Binacional, reafirma  que as delações são mentirosas e que nenhum Termo Aditivo foi sequer analisado pela Agepar durante a sua gestão. “A relação que mantivemos com as concessionárias foi absolutamente institucional. Todos os documentos aprovados pela Agepar são públicos e podem ser consultados no seu site. Pode-se verificar claramente que durante o período em que presidi a Agepar, de 24 de setembro de 2012 à  dezembro de 2013, nenhum Aditivo foi aprovado pela Agência”, pontuou.

Ribas também informa que o Conselho Deliberativo da Agepar só passou a desempenhar suas funções a partir de 04 de julho de 2018, após o  seu  pedido de exoneração como Conselheiro representante da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), o  que ocorreu em 02 de outubro de 2017. “Como pode ser visto, a acusação do corrupto confesso Nelson Leal não tem o menor fundamento”, afirma.

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Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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