Gleisi pisa em campo minado

Pedro Ribeiro


 

A gravação de vídeo para a TV Al-Jazira poderá custar caro à senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann. A Procuradoria-Geral da República instaurou procedimento preliminar para analisar a possibilidade de abrir inquérito sobre um vídeo. Na gravação, ela diz que o ex-presidente Lula é um preso político e acusa a Justiça brasileira.

Devido ao estado desesperador e até insano da senadora, onde a própria é alvo de denúncias criminais, cabe, sim, à diplomacia brasileira se manifestar não como direito de resposta, mas em nome do País e da sociedade por difamação em foro internacional.

De acordo com juristas – não a defesa de Lula, que perdeu todas – fica evidente que as declarações da presidente do PT objetiva dar recado a grupos extremistas, o que não é bom para um país pacato como o Brasil. Ainda de acordo com fontes da área jurídica, a conduta de Gleisi Hoffmann enseja sua prisão em flagrante (artigo 53, § 2.º, Constituição Federal de 88) e prisão preventiva, por violação ao artigo 17, caput (soberania nacional) e respectivo inciso II (apoio de governo estrangeiro), mais o artigo 144 (segurança pública como dever de todos).

Gleisi atentou contra a segurança nacional, nestes termos (Lei 7.170/1983): artigo 1.º. Esta lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão: I) A integridade territorial e a soberania nacional; II) O regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito; III) A pessoa dos chefes dos Poderes da União. Assim, a senadora deve sofrer as consequências – para o bem e segurança de todos –, assim como o Partido dos Trabalhadores, pois a senadora também falou em nome deste partido. A cassação do registro do PT é uma opção.

Previous ArticleNext Article
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
[post_explorer post_id="518289" target="#post-wrapper" type="infinite" loader="standard" scroll_distance="0" taxonomy="category" transition="fade:350" scroll="false:0:0"]