Governo faz manejo da restinga para evitar dengue e crimes

Pedro Ribeiro


 

A decisão do Governo do Estado em promover podas de árvores na restinga, no litoral, leva em consideração a preocupação com a proliferação de dengue em momento crítico no Estado (5.343 casos, segundo o último boletim da Secretaria de Saúde), além de crimes como assaltos e uso de drogas.

O secretário estadual de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes, explica que o objetivo da ação é a preservação da vegetação rasteira natural. “Não é supressão, é manejo. Temos um surto de dengue, além da febre amarela e do zika. Também é uma questão de segurança pública muito séria porque as vegetações altas servem de mocó, contrabando e como esconderijo”, explicou.

Essa vegetação rasteira e nativa acaba sendo superada pelas plantas exóticas, que ficam maiores. “Estamos fazendo o manejo para que as plantas de baixo porte arbóreo possam superar as outras e fazer sua principal função, evitar que as águas venham para a cidade e que as dunas se estabeleçam em boa forma”, complementou o secretário.

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Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal