Governo suspende contrato de compra da vacina Covaxin

Pedro Ribeiro

Bolsonaro pede para PF investigar deputado e irmão que apontaram suspeita na compra da Covaxin

Depois do suposto escândalo de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, o Ministério da Saúde decidiu suspender o contrato para a compra de 20 milhões da vacina.

A negociata, denunciada na CPI da Covid, acabou colocando o presidente Jair Bolsonaro no centro das atenções e alvo, inclusive, de notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os senadores, a maioria participante da CPI do Senado que investiga as ações do governo federal frente a pandemia do coronavírus, apontaram que o presidente ignorou suspeitas de corrupção no processo de contratação do imunizante, que foi intermediado pela farmacêutica Precisa Medicamentos.

O acordo do Ministério da Saúde com a Precisa foi assinado em 25 de fevereiro e prevê pagar R$ 1,6 bilhão. O valor por dose (US$ 15) é o mais caro dos seis imunizantes que o País comprou até agora.

A decisão sobre o cancelamento foi tomada após parecer da Controladoria-Geral da União (CGU) sugerindo a suspensão do contrato.

 

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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